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Simulado prepara profissionais de saúde para atendimento na Copa

21/03/2014 21:09

O treinamento para profissionais de unidades hospitalares começou na terça-feira (18), com aulas práticas e teóricas, numa promoção do Ministério da Saúde, por meio da Força Nacional do SUS, em parceria com o governo alemão. A ação conta também com o apoio da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e do Samu Metropolitano.

A mobilização envolveu diversos profissionais, voluntários e funcionários do HGE, além da turma de 80 pessoas, formada por médicos, enfermeiros e gestores de saúde. “Estamos muito orgulhosos da mobilização da Bahia. Foi colocada a simulação em uma entrada alternativa do hospital, e não atrapalhamos a rotina da unidade. Nosso objetivo maior é definir o fluxo, uma comunicação e uma assistência adequada, com rapidez, integrando o Samu e toda a rede hospitalar”, disse a assessora da coordenação da Força Nacional do SUS, Maria da Conceição Costa.

Para o enfermeiro e supervisor da emergência do Hospital Eládio Lassèrre, Paulo Soares, o simulado ficará como um legado para o setor de saúde. “Trocamos experiências de atendimento em outros eventos, compartilhamos no treinamento e agora estamos colocando em prática. Espero que este legado fique conosco e que possamos repassar estas informações para que, em uma necessidade real, não apenas na Copa do Mundo, estejamos preparados”.

Prioridade

No simulado, a triagem dos pacientes é feita ainda do lado de fora da unidade, assim que chegam as ambulâncias. Em seguida, eles são destinados ao atendimento médico, de acordo com a classificação de risco, de forma coordenada, dando prioridade aos casos mais graves, como destaca o diretor do HGE, André Luciano Andrade.

Segundo ele, toda a equipe se mobiliza à espera dos pacientes. Depois da triagem, eles são levados para as salas que podem fazer o procedimento. “Um paciente em estado grave será levado para uma sala vermelha, é estabilizado e encaminhado, ou não, para a cirurgia, conforme a necessidade, e assim acontece gradativamente com as outras vítimas”.

Fonte: Secom

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