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HGCA realiza primeira cirurgia por videolaparoscopia pelo SUS em Feira de Santana

27/05/2014 19:19

A primeira cirurgia de cólon por videolaparoscópica pelo SUS em Feira de Santana foi realizada sábado (24/05), no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). De acordo com o médico Ricardo Torres, responsável pelo procedimento no hospital, trata-se da primeira de muitas que deverão ocorrer em virtude do projeto do Governo do Estado que visa a implementação das cirurgias videolaparoscópicas de alta complexidade nos hospitais da rede. Para isso, são disponibilizados os materiais mais modernos em termo de cirurgia laparoscópica, beneficiando a população e os cirurgiões do serviço.

A equipe médica, formada por Ricardo Torres, Paulo Vinicius Aquino e Ramon Mendes comemorou o resultado da cirurgia que foi realizada em um paciente do sexo masculino, de 65 anos, com diagnóstico de tumores no intestino grosso. “A cirurgia laparoscópica hoje é considerada o padrão ouro para a maioria das enfermidades cirúrgicas, sendo um procedimento de menor morbidade beneficiando o cida+dão operado e o hospital”, disse o médico Ricardo Torres, acrescentando que o paciente evoluiu bem, sem necessidade de uso de medicamentos fortes para aliviar a dor e com alta hospitalar prevista para após 48 horas do internamento.

Vale ressaltar que cirurgias desse mesmo tipo realizadas pelo modo convencional, o paciente tem internamento médio de quatro a sete dias. As próximas cirurgias já estão sendo programadas.

De acordo com a equipe, alguns dos benefícios da cirurgia por videolaparoscopia para o paciente são: menor dor pós-operatória; menor trauma cirúrgico, evitando grandes incisões e propiciando menor tempo para retorno a suas atividades; menor tempo de internamento hospitalar; melhor recuperação pós-operatória, com alimentação precoce; melhor resultado estético devido a menor incisão cirúrgica.

Para o hospital, alguns dos benefícios são: menor custo pós-operatório com analgésicos; menor necessidade de uso de sangue e hemoderivados; redução significativa no tempo de internamento hospitalar; possibilidade de maior rodízio de pacientes na enfermaria, aumentado o número de pacientes beneficiados e diminuindo as filas de espera para tratamento cirúrgico eletivo.

Fonte: Ascom/HGCA
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