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Diretores e coordenadores discutem novo momento do HGRS

21/07/2015 21:41

Estreitamento do contato com os coordenadores e comunicação das ações que vêm sendo planejadas e executadas no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) foram o foco do encontro entre diretores e coordenadores da unidade, que ocorreu nesta segunda-feira (21).

Na ocasião, os diretores Antônio Raimundo Pinto de Almeida (geral) e Hugo da Costa Ribeiro Júnior (executivo), fizeram a demonstração das melhorias na qualidade do atendimento na Emergência Adulto, ponto nevrálgico do HGRS, e no Centro Cirúrgico, e ainda as ações estruturais, como obras físicas não apenas na área interna do Hospital como em seu entorno, além da aquisição de equipamentos. “A decisão do Governo é retomar o Hospital”, resumiu Antônio Raimundo.

O HGRS, de acordo com o diretor Geral, será contemplado com recursos para obras e equipamentos e passará por uma reforma em todo o seu entorno, que deverá ser licitada já em agosto. Hoje (21), uma equipe da Conder – Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia – realizou levantamento em toda a área circundante para determinar as intervenções a serem realizadas. Parte dos recursos provém do Governo do Estado, outra parte, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O governador Rui Costa deverá visitar o HGRS em breve, para formalizar as ações.

Perfil assistencial

Entretanto, as mudanças mais significativas ocorrem no âmbito da assistência, vez que o paciente “é o foco de tudo o que está se fazendo”, na colocação do diretor Antônio Raimundo. E começaram pela Emergência Adulto, a mais demandada das três portas de emergência do HGRS – as outras são a Pediátrica e a Obstétrica. O foco são os pacientes portadores de doenças mais graves, aquelas de média e alta complexidades, o perfil de atendimento original do Hospital Geral Roberto Santos desde a sua concepção, ainda na década de 1970.

“Nós não reduzimos a assistência; ao contrário, aumentamos o volume de atendimento, com oferta de mais leitos para os pacientes mais graves, mas o paciente deve vir para cá regulado, não pode vir de qualquer jeito e ser atendido, porque assim não podemos prestar uma assistência de qualidade. A situação caótica de pacientes amontoados, ocupando cadeiras e macas nas salas e corredores, acabou, mas é um erro pensar que, porque os corredores estão vazios, não estamos aceitando pacientes: estamos até ofertando um serviço melhor e com mais resultados, e a um quantitativo maior de pacientes”, afirmou Hugo Ribeiro Jr.

Outras providências no que se refere à assistência também foram esboçadas pelo diretor Executivo, a exemplo da adoção de fluxos para exames e procedimentos centrados no paciente internado, erradicando os “agenciadores” que conduziam pessoas para fazerem check-up, o que foge inteiramente ao perfil de atendimento do Hospital. Ele também listou ações administrativas, com identificação de talentos e aproveitamento dos recursos humanos de acordo com as habilidades de cada um. “Vamos criar uma agenda para conversarmos sobre o que está sendo feito e o que se precisa fazer. Vamos incomodar, mas vamos trazer muitas satisfações”, assegurou.

B.F. – Jornalista DRT/BA 1158
Ascom HGRS – 21 de julho de 2015

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