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HEC completa cinco anos de serviços prestados às crianças baianas

24/08/2015 13:35

O Hospital Estadual da Criança (HEC) completa cinco anos hoje (26). Ao longo deste período foram realizados 17 mil atendimentos de emergência, 24 mil internamentos e 12 mil cirurgias. Para celebrar a data comemorativa, uma missa será celebrada por Dom Itamar Vian, às 10 horas. Além disso, ao longo da semana, atividades internas serão realizadas com os profissionais e as crianças internadas.

Desde que assumiu a unidade hospitalar em 1º de junho deste ano, a Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (LABCMI) busca otimizar ainda mais os números registrados ao longo dos cinco anos. “Já conseguimos realizar quatro cirurgias cardíacas desde que assumimos a gestão do HEC e pretendemos realizar muito mais. Além disso, ampliamos o serviço de imagem para o público externo. Outra medida importante que adotamos foi a substituição de cirurgiões gerais por cirurgiões pediátricos na emergência. Tudo isso visando atender cada vez melhor as crianças baianas”, informa Márcio Lima, superintendente do HEC.

Referência em Pediatria

Considerado uma referência para 72 municípios da macrorregião Centro-Leste do Estado, cuja população estimada é de mais de dois milhões de habitantes, o Hospital Estadual da Criança (HEC) dispõe de 154 leitos ativos, com enfermaria para alta complexidade, bem como serviços de diagnose, terapia, ambulatório de especialidades – como Pediatria, Dermatologia, Neuropediatria, Gastroenterologia, Ortopedia, Nefrologia, Cardiologia e Infectologia – e atividades de ensino e pesquisa.

Além disso, a unidade hospitalar conta com profissionais das áreas de Enfermagem, Bioquímica, Nutrição, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Assistência Social, Biomedicina, Terapia Ocupacional, Psicologia e Pedagogia. Vale ressaltar que o HEC presta atendimento através do Acolhimento Com Classificação de Risco (ACCR), instrumento internacional de ordenação e orientação da assistência. Este sistema classifica o paciente conforme a prioridade com relação ao seu risco de saúde.

Desta forma, os pacientes classificados como “vermelhos” e “amarelos” são atendidos prioritariamente – aqueles que possuem risco de vida imediato e agravo de saúde significativo, respectivamente. Os pacientes classificados como “verde” e “azul”, por sua vez, são considerados não urgentes, devendo ser agendados na Rede Básica de Atenção à Saúde.

Fonte: HEC
/hec/aniversário

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