Notícias /

A residência em anestesiologia do Hospital Roberto Santos está entre as melhores do país

22/10/2015 21:19

O curso de residência em anestesiologia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) está entre os melhores do país, de acordo com o ranking da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), referente ao ano de 2014.

Em apenas quatro anos, após reabrir o seu Centro de Ensino e Treinamento (CET), o HGRS figura entre instituições reconhecidas nacionalmente como a Universidade de São Paulo (USP) , Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dentre outras.

O coordenador do curso do HGRS, Hugo Eckener, explica que um dos maiores desafios ao reabrir o CET, foi passar credibilidade para o público depois de permanecer fechado por 10 anos, além da manutenção da equipe de profissionais. Mas o resultado é o reconhecimento do trabalho.

Além disso, mais dois hospitais baianos estão na mesma colocação. Um é o Hospital Santo Antonio das Obras Assistenciais Irmã Dulce , instituição filantrópica que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e o outro é o Hospital São Rafael.

O presidente da Sociedade de Anestesia do Estado da Bahia, José Admirço Lima Filho, explica que os cursos oferecidos aqui estão entre os melhores do país e são muito procurados por profissionais de outros estados, sobretudo os do norte e nordeste. “Dos profissionais que se formam na Bahia, 60% são de outros estados”.

Esta é uma área que exige capacitação qualificada dos profissionais para passar confiança aos pacientes, considerando que, embora a anestesia não deixe que o paciente sinta dores no momento dos procedimentos cirúrgicos e invasivos, ela também é muito temida pela maioria das pessoas que precisa ser submetida a um procedimento anestésico.

Mas o anestesiologista José Admirço tranqüiliza àqueles que vão precisar se submeter a uma anestesia. De acordo com ele, havendo condições adequadas e profissionais capacitados, o risco de uma complicação durante o procedimento é praticamente nulo.

Já o médico Hugo Eckener, explica alguns tipos de anestesias utilizadas mais frequentemente. Segundo o anestesiologista, existem as regionais, que são raqui e a peridural; o bloqueio de nervos periféricos, a exemplo daquelas que se aplicam nos pés; a local, que mantém o paciente completamente lúcido e a geral que tira totalmente a consciência dos pacientes.

Ascom/Sesab

Notícias relacionadas