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Nova emergência do Hospital Geral Ernesto Simões amplia atendimento em 40%

27/04/2016 21:31

Hoje (27), no primeiro dia de funcionamento da nova emergência do Hospital Geral Ernesto Simões Filho (HGESF), houve um aumento de 40% na média de atendimentos diários de casos de urgência e emergência.

Com a reforma, o espaço físico foi ampliado em 200 m² de área construída e o número de leitos passou de 17 para 36, contando ainda com uma sala de medicamentos onde possui mais 12 poltronas para atendimento imediato onde, havendo melhora, os pacientes serão liberados ou, a depender do caso, podem ser encaminhados para um leito nas demais salas. O investimento total do Governo do Estado foi de aproximadamente R$ 6,7 milhões.

No turno da manhã, todos os pacientes que se encontravam internados na antiga emergência (contêineres), foram transferidos para a nova instalação. O atendimento aos novos pacientes foi iniciado no turno da tarde.

Os pacientes que estão sendo atendidos na nova emergência mostram-se bastante satisfeitos com a estrutura e os profissionais. Valdemiro Neri, 68 anos, chegou ontem, 26, à noite e achou o atendimento rápido e ressaltou a atenção que vem recebendo dos profissionais: “gostei muito da nova estrutura, o atendimento está sendo rápido e as novas poltronas são bastante confortáveis, mas o que me chamou mais à atenção, foi a atenção que estou recebendo dos profissionais”, conta.

Já Hamilton Santos, 34 anos, foi atendido nos contêineres e transferido para a nova emergência ontem de manhã, ele mora na Caixa D’Água e procurou atendimento no HGESF. “A diferença é gigantesca, estava internado em um espaço pequeno e agora estou um local novo, grande, com equipamentos de última geração e sendo atendido por pessoas educadas, além de estar deitado em uma maca nova, até parece que mudei de hospital”, afirma.

Classificação de risco

Com o novo fluxo da emergência, foi implantado o serviço de Acolhimento com Classificação de Risco, que é um processo de identificação dos pacientes que necessitam serem atendidos de imediato, levando em consideração o potencial de risco, os agravos à saúde e o grau de sofrimento e não por ordem de chegada. Neste sentido, os objetivos operacionais esperados são a determinação da prioridade e a hierarquização do atendimento conforme a gravidade. Esse serviço está sendo feito 24 horas por dia.

Para o médico clínico, Pedro Mota, que trabalha no HGESF há mais de sete anos, a nova estrutura, que está adotando a classificação de risco do Ministério da Saúde, terá agilidade no acolhimento, pois os pacientes graves têm prioridade no atendimento conforme a gravidade do caso e contam com uma equipe sempre em alerta. “Com a reforma, contamos agora com uma sala vermelha, aonde o paciente grave já chega à unidade sendo atendido de imediato, além de contar com uma sala para pequenas cirurgias, equipada para atender aos pacientes que precisam fazer procedimentos cirúrgicos menores”, ressalta o médico.

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