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Profissionais de saúde debatem situação da H1N1

01/06/2016 19:31

Medidas de proteção coletiva como a vacinação em conjunto, com iniciativas individuais como a lavagem das mãos e uso do álcool gel podem reduzir, em até 90% , a possibilidade de contaminação pela influenza. Esse foi um dos dados expostos pelo subsecretário da Saúde do Estado, o médico Roberto Badaró, durante a oficina “Influenza: Cenário epidemiológico, manejo clínico e medidas de prevenção e controle”, nesta terça-feira (01), no Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), unidade da Secretaria da Saúde do Estado, referência em doenças respiratórias.

Roberto Badaró falou como se dá a transmissão da influenza e os principais indícios da infecção pelo vírus H1N1. Um breve histórico da doença, os sintomas e tratamento da doença, também foram abordados pelo subsecretário. “O H1N1 não é transmitido pela ingestão de carne suína”, afirmou Roberto Badaró, ao explicar um dos mitos da enfermidade que já foi conhecida por “gripe suína”.

Profissionais do hospital, de outras unidades assistenciais e de vigilâncias epidemiológicas puderam assistir à exposição de Roberto Badaró sobre Manejo Clínico e Medidas de Prevenção e Controle da Influenza e também a do coordenador do Programa Estadual de Imunização, Ramon Saavedra, sobre o cenário epidemiológico da influenza na Bahia.

Em sua apresentação, Ramon Saavedra apontou que, na Bahia, em 2016, até o dia 23 de maio foram confirmados 87 casos de H1N1. Desses, 18 foram a óbito. A maior concentração dos casos está em Salvador, com 30 confirmações e cinco óbitos. Ele ainda falou da campanha de vacinação contra a influenza, quando foram aplicadas cerca de 2,5 milhões de doses.

L.R. DRT 2.600/BA

HEOM/oficina h1n1

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