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Pacientes do Cedeba viveram práticas de Tai Chi Chuan e meditação nesta sexta

07/10/2016 20:00

Os pacientes do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) que freqüentam o ambulatório de Práticas Alternativas e Complementares nas tardes de sexta-feira, nunca faltam. Hoje, no encerramento da celebração do primeiro aniversário do ambulatório – oferece Reflexologia Podal, Massoterapia e Reiki – eles tiveram Tai Chi Chuan e meditação, práticas que eles gostaram muito porque proporcionaram profundo relaxamento. Alguns pacientes chegaram a dormir durante a meditação, que teve como facilitadora Mária do Rosário Von Flach, médica com especialização em Cardiologia, Psicoterapia Somética e Familar Sistêmica

O Tai Chi Chuan, que teve como facilitador o massoterapeuta na tradição ayurvedica, mestre em Reiki e instrutor de Ti Chi Chuan, o indiano Karun Naidu, radicado no Brasil há 12 anos, foi novidade para a maioria dos pacientes. Mas a prática mostrou exercícios bem simples que ajudam a relaxar e a energizar. O Tai Chin trabalha a respiração, o corpo, a mente e o foco, sendo considerada, segundo o mestre indiano, arte marcial que cura. Contou que foi muito doente e que as praticas do Tai Chin o ajudaram na sua recuperação. Em seguida, completou:”Viver com qualidade faz a diferença”.

De acordo com Karun Naidu,o Tai Chin Chuan é mais que arte marcial, pois reflete a maneira de sentar,deitar, enfim, o uso do corpo. Ele explicou a importância de comer devagar, mastigando bem os alimentos, além da necessidade de descansar após o almoço porque o sangue se concentra para a digestão.

Ele ressaltou a importância da respiração, explicando que a respiração saudável gera contato com a nossa mente. As pessoas interessadas em conhecer a prática do Tai Chi Chuan com o facilitador Karun Naidu vão encontrá-lo na Praça Confúcio do Parque da Cidade, no primeiro e terceiro domingo do mês, onde ele faz trabalho aberto ao público das 8h30 às 9h30.

Reiki

Das atividades que o ambulatório oferece, o Reiki é muito destacado pelos pacientes.Maria José dos Santos, 63 anos, conheceu todas as práticas do ambulatório, mas gostou mais do Reiki. “Antes do ambulatório eu não sabia o que era Reiki”, diz com naturalidade. No Cedeba faz tratamento de tireóide e torce pela continuação dos serviços do ambulatório de Práticas Alternativas e Complementares.

Neuza Francisca Ribeiro de Araújo, 58 anos, com obesidade e diabetes avaliou que “essas práticas me ajudaram muito porque me tornei mais tranqüila, com menos dores e melhor sono. Por isso – disse – espero que o serviço continue e atenda cada vez mais gente.” O Cedeba está de parabéns”,completou.

Ascom Cedeba
/cedeba/tai chi chuan

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