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Com fotografia 3D, pesquisadores avaliam alterações faciais de pacientes com microcefalia no HGRS

30/01/2017 14:13

Uma pesquisa para avaliar as alterações faciais dos pacientes com microcefalia decorrentes da infecção pelo vírus Zika foi iniciada, nesse mês, no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Os resultados, previstos para serem publicados em dois anos, se darão por meio do trabalho com fotografia digital 3D.

Com participação da neuropediatra Adriana Mattos – uma das responsáveis pelo ambulatório de microcefalia do HGRS -, o estudo envolve, ainda, o professor Leonardo Perez Faverani e os alunos Leonardo de Freitas Silva e Erik Neiva Ribeiro de Carvalho Reis (Unesp Araçatuba), além dos professores Ashraf Ayoub, Peter Mossey e Xi Yang (University of Glasgow).

Essa não é a primeira vez que profissionais do Hospital Roberto Santos conduzem trabalhos científicos sobre a Síndrome da Zika Congênita (definição mundialmente conhecida e utilizada pela primeira vez na instituição). Nos últimos três meses, por exemplo, o oftalmologista Bruno de Paula Freitas publicou, na revista Ophthalmology, um trabalho que descreve o caso inédito de glaucoma congênito decorrente do Zika. Já o especialista em medicina fetal Manoel Sarno publicou, na revista Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, o trabalho que demonstra as alterações ao longo da gravidez em gestantes que foram expostas ao vírus.

Ascom do HGRS
Roberto Santos/3D

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