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Feira de Artesanato do Cedeba mostrou criatividade e bom gosto

04/05/2017 14:59

A Feira de Artesanato das Servidoras do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) chegou a V edição trazendo trabalhos com muita criatividade e bom gosto. Encerrada ontem, a Feira, organizada pela Coordenação de Recursos Humanos (RH), foi uma realização especial do Dia das Mães e representou uma oportunidade para compra de lembranças com preços bem acessíveis.

Além de trabalhos tradicionais, a Feira mostrou a preocupação das servidoras com a reciclagem de materiais para a produção de peças. A técnica de laboratório Maria Auxiliadora Souza, mais conhecida como Dôra, que está sempre produzindo artesanato nos finais de semana e à noite, trouxe pequenas bolsas feitas com embalagens de leite longa vida. Ela também aproveita meias finas para fazer flores.

A servidora customiza sandálias de borracha, faz peso para portas, porta-toalhas. Tudo começou quando o filho nasceu e ela recebeu um cabide de muito bom gosto, produto do artesanato. A partir daí, não parou mais e, a cada dia, procura inovar nas suas peças.

Para a farmacêutica Arabela Leal “o trabalho de artesanato funciona como atividade de lazer, muito importante para reduzir estresse. Ela começou há três anos, como autodidata, e vem ampliando seu trabalho com muita criatividade e bom gosto. Caixas decorativas, de vários tamanhos, pesos para portas e tiaras e cachepôs são seus principais trabalhos.

Sachês e difusores foram os trabalhos trazidos pela servidora Bárbara Carvalho para a Feira. Ela começou há dois anos fazendo as peças para presentear amigos e familiares, mas gostou e continuou.

Para a assistente social Daiana Barreto, que também estudou Gastronomia, a feira é uma oportunidade para o servidor mostrar habilidades. Ela trouxe lanches com massas especiais, pois quando a aposentadoria chegar quer ocupar o tempo com suas novas habilidades adquiridas com a segunda formação.

A Feira de Artesanato do Cedeba, organizada pela Coordenação de Recursos Humanos (RH), reúne flores feitas em meia e feltro, bijuterias, toalhas de mão e de prato, pesos para porta, caixas decorativas, passadeiras (tiaras), artigos em croché, arranjos de flores, bijuterias e muito mais.

Os trabalhos mostram a criatividade das servidoras, que buscam no artesanato uma terapia e a possibilidade de geração de renda, para algumas. A técnica de laboratório Maria Auxiliadora Sousa disse que nos finais de semana, “adoro trabalhar com artesanato”. Ela começou a fazer os trabalhos para se distrair, mas gostou e vem ampliando a atividade.

Já a coordenadora de Ensino Multiprofissional do Cedeba, a nutricionista Amália Caldas Porto, que faz belos trabalhos em “patchwork” (aproveitamento criativo de retalhos): toalhas de mesa, jogos americanos, almofadas, aventais, contou que desde menina tinha atração por costura, quando via sua mãe bordar e costurar. “O curso de “patchwork” me encantou. Tudo que fiz, dei de presente, mas o artesanato é muito importante para relaxar e também para gerar renda”, diz. Quase tudo que faz, dá de presente, mas pretende se dedicar mais ao artesanato quando se aposentar.

A farmacêutica bioquímica Arabela Leal vê o trabalho de artesanato como uma atividade de lazer, muito importante para reduzir estresse. Ela começou há dois anos, como autodidata, e vem ampliando seu trabalho com muita criatividade e bom gosto. Caixas decorativas, pesos para portas e tiaras, com equilíbrio de cores e formas.

A.M.V. Mtb 694/Ba
Cedeba/artesanato

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