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Segurança na prescrição, uso e administração de medicamento é discutida na EFTS

23/05/2017 14:14

A definição usada pelo Ministério da Saúde (MS) e instituições internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o uso racional de medicamentos coloca em evidência a importância de que pacientes recebam o medicamento apropriado para as suas necessidades clínicas, conforme orientação médica e o tipo adequado de tratamento. O lembrete foi reforçado ontem (22), pela Farmacêutica Hospitalar Ana Cristina Dias (HUPES/EBSERH), em palestra na Escola de Formação Técnica em Saúde Professor Jorge Novis – EFTS.

Com o tema “Noções de farmacotécnica e fracionamento de medicamentos”, a palestra foi destinada a auxiliares e técnicos de enfermagem da rede própria que fazem parte do Curso de Aperfeiçoamento em Qualidade e Segurança no Cuidado com o Paciente, organizado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab/Superh), através da EFTS. A abordagem fortalece o Protocolo “Segurança na Prescrição, uso e administração de medicamento”, que compõe uma das bases de estudo do curso.

Para abordar o tema, Ana Dias relembrou as finalidades profiláticas, curativas e paliativas dos medicamentos e a utilização correta das dosagens. “O uso de medicamentos é uma das formas de terapia. O medicamento é o que vai tratar certas condições de saúde do paciente e o uso correto é condição sine qua non para o sucesso da terapêutica”, reforça.

Em pauta, a farmacêutica também discutiu o papel dos profissionais envolvidos desde a fabricação até a prescrição, uso e administração dessas substâncias, alertando os auxiliares e técnicos sobre suas competências e responsabilidades legais quanto à segurança dos pacientes. “Prescrição incorreta é um problema, uma vez em que é ela que norteia a dispensação e a administração do medicamento. Um erro, gera uma série de outros e, nesse caso, compete aos profissionais envolvidos estarem atentos, para evitar que o erro atinja o paciente”.

Durante o encerramento, Ana Dias ainda pontuou a importância do trabalho interdisciplinar de cuidado e atenção ao paciente. “Diante do contexto apresentado, é imprescindível a interação entre os profissionais de saúde. A farmácia não pode estar distante da enfermagem, nem tampouco a enfermagem da farmácia ou da equipe médica. As pessoas devem estar envolvidas em todos os níveis, tendo por objetivo último a recuperação do paciente”, finaliza.

Fonte: EFTS
EFTJorgeNovis/medicamentos

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