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Ambulatório do Cedeba completa três anos de sucesso

05/11/2018 09:45

O ambulatório funciona nas tardes de sexta-feira, mas a frequência é muito elevada. Ninguém falta porque o atendimento proporciona relaxamento e bem-estar: é o Ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) que acaba de completar três anos de sucesso

Para marcar o aniversário foram realizadas atividades com os pacientes: meditação com a psicóloga Luciane Barrros e QI Kong com Louisa Houber. Para os servidores, o aniversário do ambulatório será celebrado no próximo dia 8 de novembro às 12h30, com a palestra do professor do Instituto de Física da UFBA, com mestrado pela Universidade de La Coruna(Espanha) e pós – doutorado (Universidade de Harvard), José Garcia Vivas Miranda, sobre “Rede Cerebrais:Abordagem Envolvendo Espiritualidade”.

VISÃO INTEGRAL

Para a endocrinologista do Cedeba, Flávia Resedá, uma das idealizadoras da implantação do ambulatório, que contou com importante apoio da experiência bem sucedida do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), as práticas integrativas e complementares tratam a doença no aspecto mais amplo do ser: complementando o tratamento físico, trabalham o extra-físico.

Ao começar suas atividades, o ambulatório contava com Reik, reflexologia podal e massoterapia. Agora oferece, também, cromoterapia, frequência de brilho a auriculoterapia. Nos planos de expansão, estão previstas a acupuntura (com foco nos pacientes com neuropatia diabética) e homeopatia.

A boa adesão dos pacientes, segundo a psicóloga Pilar Dacal, líder do ambulatório, sinaliza a necessidade de ampliação, atualmente o serviço só funciona um turno e conta com seis profissionais: uma assistente social (1), uma psicóloga (1) enfermeira (1), médica (1) e técnicas de enfermagem (2). O ambulatório conta também com o serviço de voluntários do Hupes.

A ampliação da oferta do tipo de práticas integrativas – pontuou Pilar Dacal – também é interessante na direção de um cuidado ainda mais integral, como a inclusão efetiva de praticas meditativas e exercícios corporais chineses como QI Kong, com a realização em grupos, ampliando a acessibilidade.

O trabalho do Cedeba se insere na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) do SUS, – criado em maio de 2006, pela Portaria 971. O PNPIC faz o resgate da ancestralidade e se enquadra no conceito ampliado de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). As práticas, embora concebidas para a Atenção Básica, estão cada vez mais sendo utilizadas em unidades hospitalares, inclusive para pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva.

OS NÚMEROS

Os pacientes que frequentam o Ambulatório de Práticas Alternativas e Complementares, do Cedeba, avaliam positivamente o atendimento, porque contribui para a redução de dores articulares e do estresse e para a melhoria da qualidade do sono, segundo explicou a médica Flávia Resedá.

São 396 pacientes cadastrados e 1760 atendimentos: Reiki (925), Reflexologia podal (681),cromoterapia (26), cura prânica (19), massoterapia (60) e frequência do brilho (36). Com a expansão do ambulatório, o Cedeba pretende levar também os serviços para seus colaboradores, dentro da necessidade de “cuidar de quem cuida”.

 Ascom Cedeba
/Cedeba/ambulatório

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