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Direção do Hospital Clériston Andrade realiza coletiva de imprensa para discutir acidentes de motos

28/12/2018 09:58

A direção do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, junto ao comandante da Polícia Militar – Região Leste, Coronel Luziel Andrade de Oliveira, e o coordenador da 3ª Ciretan, Silvio Dias, realizou na tarde desta quinta-feira, 27 de outubro de 2018, no auditório do HGCA, uma coletiva de imprensa para discutir sobre os acidentes de motos ocorridos na cidade, bem como fiscalização, blitz da lei seca e políticas de educação no trânsito no município.

Segundo José Carlos de Carvalho Pitangueira, diretor-geral do HGCA, este ano já foram registrados 2.480 atendimentos envolvendo vítimas de acidentes com motos. “Os dados são cada vez mais alarmantes, o número de acidentados de motos só cresce, o que sobrecarrega ainda mais o hospital. Estes pacientes, geralmente necessitam de uma permanência maior e a maioria necessita de cirurgia. Por isso, solicitei a coletiva. Precisamos da união de todos, especialmente da imprensa local para conscientizar à população para o risco de acidentes, especialmente quando se dirige embriagado”, disse Pitangueira.

O coronel da Polícia Militar (PM), Luziel Andrade, informou que a PM tem realizado blitz na cidade com frequência. “As blitz tem caráter educativo, mas também punitivo para quem comete infrações. Este ano, o pelotão Asa Branca notificou 6.610 motociclistas da cidade. Foram realizados também 4.338 testes de alcoolemia, destes 226 foram constatados com índice de álcool acima do permitido e conduzidos para a delegacia, oito pessoas foram detidas”, afirmou o coronel.

Para o coordenador da 3ª Ciretran, Silvio Dias, a melhor forma de promover a educação no trânsito, bem como diminuir os índices de acidentes, é a realização de blitz. “Esta ação do Hospital Clériston Andrade, através do seu diretor, é mais do que legitima. Quem recebe estas vítimas é o HGCA, quem sente na pele e tem que cuidar é o hospital. Feira de Santana possui uma frota de aproximadamente 100 mil motos, ou seja, uma moto para cada seis habitantes, trata-se de uma relação que não existe no Brasil. Por isso, a importância da fiscalização e da união de todos os envolvidos neste processo”, informou Silvio Dias.

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