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Usuários parabenizam o Cedeba na celebração dos seus 25 anos

22/03/2019 14:44

O diagnóstico de diabetes, há 25 anos, aconteceu por acaso na vida de Raimunda dos Santos, hoje com 62 anos, quando o Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) começou a funcionar – foi fundado no dia 24 de março de 1994 -. A data será celebrada segunda-feira, às 9 horas. `Às 11 horas, os servidores terão palestra com a advogada Sônia Dórea sobre “A missão de Cada Um”. E no dia 26 (terça), o tema “Relacionar é uma Arte” será apresentado pela psicóloga do Cepred, Osanete Araújo de Oliveira, às 13 horas. Os temas reforçam a importância do papel do servidor para a avaliação positiva do Cedeba.

Usuários falam com emoção do Centro. Raimunda se emociona. Ela teve diabetes gestacional , mas não sabia que quatro anos após o parto estava diabética. “Fui ao Hospital Roberto Santos e vi uma fila para o Cedeba, que eu não sabia o que era naquela ocasião”. Depois dos exames, a confirmação do diabetes. De lá para cá nunca se afastou do Centro de referência “que representa tudo em minha vida. Aqui eu tenho tudo”, observou hoje ao terminar a sessão de fisioterapia com a fisioterapeuta Lorena Arruda.

O trabalho de fisioterapia em grupo para os pacientes do Núcleo de Obesidade do Cedeba trabalha o equilíbrio, respiração, postura e ajuda a melhorar a auto-estima. Raimunda, além de diabetes, tem obesidade e distúrbio da tireóide. Apesar de estar diabética há 25 anos, não apresenta complicações da doença porque “aprendi a me cuidar com os profissionais do Cedeba.Já passei pelo grupo Doce Conviver, onde muito aprendi sobre diabetes”

EMOÇÃO

Raimunda dos Santos se emociona ao falar sobre o Cedeba e, ao parabenizar o Centro de Referência da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) na passagem dos seus 25 anos registra “Desejo que o Cedeba permaneça por muito e muitos anos para ajudar às pessoas que precisarem dele”.

A paciente Márcia da Silva Matos que trata a obesidade no Cedeba, há 12 anos diz que ” minha vida mudou muito depois que vim para cá: tenho mais saúde e melhorei minha auto-estima. O trabalho de reeducação alimentar tem me ajudado muito. Nas sextas-feiras, ela passa o dia no Cedeba. Depois da fisioterapia, à tarde tem o ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares, onde faz Reiki e Reflexologia Podal. Ela disse desejar que o Cedeba continue sendo o que sempre foi e que possa crescer ainda mais, e contribuir para melhorar a saúde daqueles que necessitam de assistência.

Há nove anos tratando obesidade no Cedeba, Tatiana Santiago dos Santos, 42 anos atualmente desempregada, aposta na reeducação alimentar. Por isso não pretende fazer cirurgia bariátrica. Com pré-diabetes e hipertensão, diz que “o Cedeba atende as nossas necessidades porque temos todos os atendimentos e contamos com excelentes profissionais”. Por isso -destacou-nos 25 anos do Cedeba o desejo que esse trabalho fique cada vez mais forte.

Com diabetes tipo 1 (criança e adulto jovem) desde 13 anos de idade, o estudante de Administração Pública, Ruan Luís de Oliveira, residente em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, hoje com 24 anos, ao ter o diagnóstico da doença era atendido pela saúde suplementar. Quando seu pai perdeu o plano de saúde ele passou a ser acompanhado no Cedeba – o tipo 1 é um dos critérios para atendimento no Cedeba – onde ele começou no Setor Infanto – Juvenil ainda adolescente. Como futuro administrador, atualmente estagiário do Ministério da Agricultura, resumiu objetivamente a importância do Cedeba em sua vida: estrutura, auxílio, meta e suporte.

Ascom do Cedeba
Cedeba/niver