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Região de Valença começa a primeira etapa do Projeto Planifica Bahia

23/07/2019 15:07

O Planifica Bahia chegou a mais uma região do estado. Desde ontem (22) até o dia 25, os municípios da Região de Valença, no baixo Sul, recebem o Workshop e as oficinas de tutoria. O projeto da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass), por meio da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein, com o Ministério da Saúde, tem como objetivo a organização da rede, por meio da integração da Atenção Primária à Saúde (APS) e Atenção Especializada (AE).

Durante o workshop de abertura, com a presença de Prefeitos, Secretários de Saúde Municipais e trabalhadores de saúde, foram apresentadas por Gilceia Forsa, consultora responsável pela capacitação e condução da Planificação na Bahia, todas as etapas e desenvolvimento do pojeto para os próximos meses. “Teremos workshops, tutorias e cursos pelos próximos meses, o cronograma, em oito etapas, prevê que a implementação ocorra até dezembro de 2020” explicou aos presentes.

São dois dias de workshop no Centro Cultural de Valença e nos dias 24 e 25 a equipe visita a Unidade de Saúde selecionada para ser a unidade laboratório (piloto) e a Policlínica de Valença. Para Roberto Deway, diretor da Policlínica Baixo Sul (Valença), o Planifica Bahia é importante para a articulação das redes entre os municípios concessionados e a Secretaria da Saúde. “Essa qualificação, que não é apenas um curso e sim um planejamento estratégico e de análise de resultados, vai impulsionar muito o atendimento e qualidade do atendimento do SUS e na Policlínica do Baixo Sul”, pontuou.

Cairú, Camamú, Gandú, Igrapiúna, Itaparica, Ituberá, Nilo Peçanha, Nova Ibiá, Piraí do Norte, Taperoá, Teolândia, Valença e Wenceslau Guimarães são os municípios que estrão no processo de planificação. Mas na fala do diretor de Atenção do Estado, José Cristiano Sóster, ficou evidente o papel de importância que cada trabalhador da saúde terá na construção desse projeto. “É o trabalhador que vai receber os investimentos, educação permanente, o conhecimento adquirido por meio de uma instituição de excelência, que é o Albert Einstein, e esse trabalhador, a partir desse conhecimento, vai produzir saúde. Ele vai ter mudanças sutis no comportamento, no atendimento ao usuário, qualificar o processo de trabalho, estabelecer uma relação ascendente com rede, a média complexidade, de uma forma muito mais responsável”, acrescentou Sóster.

 

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