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Gestão do ICOM por meio de parceria público privada apresenta excelentes resultados de desempenho

10/10/2019 17:56

Ao completar um ano de operação, o Instituto Couto Maia (ICOM) é mais uma instituição que confirma os bons resultados do modelo PPP (Parceria Público Privada), na gestão e operação de instituições de saúde. O fator de desempenho dos serviços entregues pela concessionária, neste primeiro ano, ficou entre 96 e 100% da nota máxima.

O Fator de Desempenho é formado por um conjunto de parâmetros que medem a qualidade dos serviços prestados. O índice é a média formada por três grupos de indicadores: qualidade, que mede a qualidade das instalações e serviços não assistenciais prestados na unidade hospitalar, bem como o grau de satisfação dos usuários com relação aos serviços prestados; conformidade que avalia se está tudo de acordo com as normas, leis, requerimentos técnicos, contratuais e regulatórios exigidos dos serviços prestados pela concessionária e disponibilidade que retrata a entrega e a disponibilidade da infraestrutura e serviços para o adequado atendimento dos usuários, tanto pacientes e familiares como equipe clínica.

Sinergia na operação
Para Sérgio Lombardi, diretor geral da Couto Maia S.A., a concessionária responsável pela construção e operação dos serviços não assistenciais do ICOM, na fase inicial de concepção e construção do hospital, o maior desafio foi conciliar todas as demandas e viabilizar o projeto. “Esta parceria demonstrou grande efetividade quando foi iniciada a operação em tempo recorde. Após a entrega das instalações físicas e equipamentos, em poucos dias, os pacientes do antigo Hospital Couto Maia, no bairro do Bonfim, foram transferidos com segurança para o novo ICOM em Cajazeiras”, afirmou.

Lombardi acredita que a grande vantagem do modelo de PPP adotado no ICOM são a agilidade na solução de problemas e nas respostas às demandas das equipes assistenciais, a previsibilidade orçamentária e a presteza no atendimento aos usuários. Neste primeiro ano de operação, o destaque está na disponibilidade e entrega da área de tecnologia de informação, que se manteve com a nota máxima todo o tempo. “Este é um item fundamental na operação do ICOM que tem todos os processos clínicos e administrativos 100% digitais”, finalizou.

O secretário Estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, justifica assim o bom andamento dos serviços prestados: “O contrato firmado entre a administração pública e a concessionária prevê um rígido controle de qualidade, de disponibilidade e desempenho operacional definido por este fator que impacta, diretamente, no valor pago pelo Governo da Bahia à empresa privada respeitando a diretriz constante da gestão Rui Costa com as despesas públicas em geral”.

Fonte: ICOM

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