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Ações adotadas no Hospital Regional Costa do Cacau continuam firmes com o combate ao COVID-19

28/04/2020 10:45

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) já adotava medidas, monitorava casos suspeitos e publicava boletins epidemiológicos, mesmo antes do primeiro caso notificado do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil, confirmado pelo Ministério da Saúde, em 26 de fevereiro de 2020, em São Paulo. Na Bahia, o primeiro diagnóstico positivo para a doença foi em 6 de março de 2020, em Feira de Santana.

O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, atendendo às determinações da Sesab, já havia criado a Comissão de Operações de Emergência para o COVID-19, como estratégia de enfrentamento ao novo coronavírus. Desde então, o hospital adotou ações para a prevenção do novo coronavírus, como fluxo de recepção de pacientes, orientações de prevenção e medidas de restrição de acesso à unidade.

Também reforçou e intensificou a higienização de ambientes e objetos, forneceu equipamentos de proteção individual (EPIs) e treinou funcionários. Além disso, o HRCC teve o cuidado de alertar a população sobre a disseminação de notícias falsas e seus funcionários aderiram ao movimento “Fica em Casa” para estimular o isolamento social.

Atualmente, a direção do hospital organiza, por determinação da Sesab, a preparação de uma ala exclusiva para o tratamento do novo coronavírus, sendo uma nova unidade independente, com o objetivo fundamental de evitar infecção cruzada do Covid-19 para pacientes com outras patologias.

Está em curso ainda, a aplicação de testagem em massa para todos funcionários da unidade. Os resultados apresentados até agora, indicam um índice de infecção comparado ao hospital de referência em saúde no Brasil, o Sírio-Libanês, em São Paulo, o que demonstra um fator positivo no controle do contágio e descarta foco de contaminação do Covid-19no HRCC.

Outras ações complementares são desenvolvidas como a higienização do sistema de climatização do hospital e vacinação contra a Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2) para reduzir quadros dessas síndromes gripais, preservando a saúde do colaborador. Também há sinalização de faixas de espera em filas e marcação de cadeiras alternadas para manter o distanciamento adequado entre as pessoas em espaços de uso coletivo. Todos usam máscaras faciais para proteção em toda a unidade.

De acordo com o médico Almir Gonçalves, diretor assistencial do HRCC, é importante que todas as instituições estejam bem equipadas e adotem processos de segurança para pacientes, visitantes e colaboradores .”Quero aproveitar e agradecer a todos os profissionais que trabalham na área da saúde, independente da função, eles são fundamentais para o funcionamento dessa engrenagem no combate ao Covid-19. Juntos vamos vencer essa guerra contra o coronavírus”, concluiu.

Ascom HRCC

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