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Hemoba recebe doação de sangue de militares da Marinha, Exército e Aeronáutica

17/06/2020 14:53

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) recebeu um reforço das Forças Armadas Brasileiras no combate ao novo coronavírus, nesta quarta-feira (17). Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica doaram sangue e, para que os baianos possam fazer a doação com ainda mais segurança, realizaram um trabalho de desinfecção da sede da Fundação. A iniciativa contou com a presença do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo.

Segundo o diretor-geral da Fundação Hemoba, Fernando Araújo, além de ajudar a abastecer o estoque de sangue e hemocomponentes, a ação do Comando Conjunto Bahia ajuda a manter a segurança para que o doador de sangue possa fazer a sua doação com todas as áreas descontaminadas. “Isso é muito importante neste momento, quando temos um déficit no estoque gerado pelo isolamento social”.

Como doar

Fernando Araújo informou que “no mês de março, nós começamos a criar mecanismo para a doação com hora marcada. Os projetos Hora Marcada e Hemoba em Casa facilitaram as doações, economizando tempo e evitando aglomerações, proporcionando segurança ao doador”.

Segundo ele, os sistemas Hora Marcada e Hemoba em Casa estão funcionando nas 25 unidades da fundação. “Os respectivos telefones estão no site www.hemoba.ba.gov.br. Em Salvador pode-se também ligar para o telefone 3116-5643 ou pelo e-mail horamarcada@hemoba.ba.gov.br. Com uma doação, você pode salvar até quatro vidas”, destacou.

Desinfecção

O capitão-tenente da Marinha, Cyro Lima, explicou como é feita a desinfecção. “Os militares passam por um treinamento, para suportar o uso dessas roupas impermeáveis e também para os procedimentos de equipagem e desequipagem, para garantir que eles se protejam do agente biológico. Eles vão aplicar descontaminante no ambiente, aqui no caso do coronavírus é água sanitária e, para superfícies e equipamentos, o álcool 70%. Depois da aplicação, o ambiente fica fechado por uma hora para a desinfecção, antes de voltar a ser usado”.

Secom

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