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Parkinson e AVC: fisioterapeuta do HGRS participa de três trabalhos científicos

28/10/2020 16:30

Responsável pelo Ambulatório de Transtornos do Movimento e Doença de Parkinson do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, a fisioterapeuta Lorena Rosa Almeida participou, neste ano, do desenvolvimento de três artigos científicos. Trata-se de trabalhos sobre Parkinson e sobre mobilidade funcional de indivíduos após acidente vascular cerebral (AVC).

Com a colaboração de outro profissional do HGRS, o neurologista Moisés Correia Dantas (responsável pelo ambulatório de AVC da instituição), o artigo sobre a mobilidade funcional de indivíduos após AVC foi realizado no Hospital Geral Roberto Santos, por meio de parceria com o Grupo de Pesquisa Comportamento Motor e Reabilitação Neurofuncional, vinculado a programas de pós-graduação da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP). “O estudo concluiu que a gravidade do AVC e a pressão inspiratória máxima foram fatores associados à mobilidade funcional comprometida nessa população. Esse artigo acabou de ser aceito para publicação no periódico internacional Journal of Stroke & Cerebrovascular Diseases e breve estará disponível em https://www.strokejournal.org”, conta Lorena.

Ainda dentro do tema acidente vascular cerebral, o artigo sobre a validação externa de uma escala para predição de quedas recorrentes em indivíduos após AVC, publicado no periódico internacional Journal of Stroke & Cerebrovascular Diseases, contou com a participação da fisioterapeuta. A atividade também se deu por meio da parceria com o Grupo de Pesquisa Comportamento Motor e Reabilitação Neurofuncional. De acordo com Lorena Rosa Almeida, a pesquisa demonstrou que a escala tem boa capacidade preditiva.

A fisioterapeuta participou, por fim, do artigo publicado em parceria com um grupo holandês sobre o processo de tradução da Diretriz Europeia de Fisioterapia para a doença de Parkinson. “Nesse trabalho, publicado, em agosto, no Journal of Neurology, periódico internacional de alto impacto na área, falamos sobre o passo a passo a ser seguido durante a tradução”, lembra ela, que foi uma das autoras de versão em português da Diretriz Europeia de Fisioterapia.

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