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Cura e satisfação do paciente: razões de um hospital

13/11/2020 15:45

“Antes de vir para cá, eu estava temendo e tremendo… Hoje, eu agradeço a Deus, em primeiro lugar, e a este Hospital, por estar viva. Agradeço a todos os funcionários, desde os da limpeza, até a maioral que eu nem sei quem é, mas agradeço pela existência”.

Esta soteropolitana é Márcia do Espírito Santo, moradora do município baiano de Mata de São João, com 81 anos e sete meses – como ela faz questão de contabilizar. Deu entrada no Hospital Espanhol – HE no dia 1º de outubro para lutar contra a Covid-19.

Paciente com problemas cardíacos, ela tinha uma luta dupla pela frente. Já que o Coronavírus costuma fragilizar os órgãos que já apresentam problemas na pessoa em que ele se instala, invadindo e contaminando o organismo.

D. Márcia, antes de ser acometida pela doença que parou o mundo em 2020, já tinha indicação médica para realizar um cateterismo cardíaco – procedimento que consiste na introdução de um catéter, que é um tubo flexível e extremamente fino, na artéria do braço ou da perna, até o coração.

Depois de 34 dias sendo tratada da Covid, no Hospital Espanhol, ela se curou da Covid e foi transferida para o Hospital Geral Roberto Santos – HGRS, para realização do procedimento. Era a hora de cuidar do coração.

A Regulação em ação

Na véspera da sua transferência do HE, no dia 03 de novembro, ela chamou a equipe de plantão e pediu para gravarem um vídeo com ela, pois queria agradecer pelo período de luta, juntos, e enaltecer a sua gratidão.

No dia 4 de novembro ela foi regulada para o HGRS e realizou o procedimento cardíaco. No dia 6, teve alta e foi para casa, acompanhada do seu filho Paulo César.

Ascom do Espanhol

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