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Hospital Dantas Bião reforça campanha Adorno Zero

08/12/2020 09:10

Profissionais do Hospital Regional Dantas Bião (HRDB), em Alagoinhas, estão participando de uma campanha que reforça ‘Adorno Zero’ na unidade hospitalar. A proposta da campanha é sensibilizar sobre não utilizar acessórios no ambiente hospitalar.

Mariana Chagas de Oliveira, coordenadora de enfermagem das unidades de internação do HRDB, destaca que o uso indevido de adereços no ambiente hospitalar pode comprometer o estado de saúde de um paciente. Uma vez em contato com bactérias ou vírus, esse objeto também pode ser prejudicial a quem está utilizando ou às pessoas que entrem em contato com ele.

“Realizamos essa campanha adorno zero para alertar toda equipe daqui do Dantas Bião e conscientizar também pacientes e acompanhantes que recebem dicas de sensibilização quanto aos adornos”, explica a coordenadora.
Janine Brito, técnica de Segurança do Trabalho, participa das campanhas e treinamentos do hospital e garante que são essenciais para o aprendizado dos funcionários e reflete, de maneira positiva, na assistência aos pacientes e acompanhantes.

“A campanha representa o crescimento profissional de todos nós e principalmente a preocupação deles com a segurança do paciente. Importante destacar ainda que o uso de adornos por profissionais de saúde aumenta a infecção cruzada entre os pacientes, visto que a contaminação destes pode durar de horas até meses e os profissionais de saúde são fontes importantes dentro da cadeia das infecções relacionadas a assistência à saúde. Portanto, é de suma importância a campanha Adorno Zero”, disse Janine Brito.

Segundo a Norma Regulamentadora 32 (NR 32), todo trabalhador do serviço de saúde, bem como aquele que exerce atividades de promoção e assistência à saúde exposto a agente biológico, independentemente da sua função, não deve utilizar adornos no ambiente de trabalho. São considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de pulso, colares e outros. Diversos estudos apontam que os adornos usados na área assistencial abrigam agentes patogênicos, aumentando o risco de infecção, comprometendo a segurança do paciente e do trabalhador

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