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Programa de Segurança do Paciente capacita profissionais no Hospital Metropolitano

01/06/2021 17:37

Disseminar as metas de segurança do paciente, estimulando a equipe a identificar, prevenir, detectar e reduzir riscos nas unidades assistenciais é o objetivo do Programa de Segurança do Paciente implantado no Hospital Metropolitano (HM), cujas capacitações ganharam intensidade desde o dia 24 de maio. Gerenciado pelo Núcleo de Educação Permanente do HM, o Programa busca a melhoria contínua dos processos assistenciais, por meio do monitoramento de riscos e orientação da equipe multiprofissional para reduzi-los.

De acordo com a Gerente de Segurança do Paciente, Rucelly Finamori, o cronograma de treinamento deverá ser cumprido em oito semanas. Em média, 40 colaboradores receberão treinamentos diários nas Enfermarias, Serviço de Bioimagem, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e de Assistência Respiratória (UAR). “A previsão é contemplar todos os trabalhadores destas unidades, com ações desenvolvidas in loco, de forma a prevenir a incidência de eventos adversos”, esclarece Rucelly.

A capacitação terá duração de dois meses, com término previsto para a segunda quinzena de julho. O intuito é focar nas estratégias a fim de reduzir ao mínimo os riscos e possíveis danos, desde a admissão até a saída dos pacientes da unidade hospitalar. Ao final de dois meses de treinamento, terão sido abordados todos os passos capazes de garantir a segurança dos pacientes. Identificação do Paciente, Registro Seguro, Medicamento Seguro, Transporte de Paciente, Prevenção de Infecção Hospitalar, Identificação dos Riscos e Comunicação Efetiva são os temas de discussão.

A enfermeira Noemi Braga, do Núcleo de Educação Permanente, explica que a segurança do paciente é iniciada no momento em que ele dá entrada no hospital e tem seu cadastro realizado. O segundo passo é garantir que o prontuário do paciente seja claro, legível e coerente. Atentar para toda a cadeia medicamentosa é o terceiro passo para que se garanta que o paciente esteja sendo tratado de forma segura. No transporte é necessário avaliar o risco/beneficio, definir a equipe mínima para que ele seja feito, insumos necessários, e alinhar as informações sobre o estado do paciente. Esse é o quarto passo e não menos importante, já que transportar pacientes é uma atividade usual e complexa que exige experiência e competência dos profissionais envolvidos.

“No treinamento serão abordados ainda os temas da prevenção à infecção hospitalar e os riscos que devem ser identificados diariamente. Em seguida, falaremos sobre o sétimo passo: a comunicação efetiva, importante para certificar se houve compreensão da mensagem ao receber ou transmitir informações sobre o paciente, informar com clareza tanto nas passagens de plantão de um colaborador para o outro quanto nos encaminhamentos e transferências de pacientes”, pontuou Noemi.

Desde o início do funcionamento do Hospital Metropolitano, em 20 de março, o Núcleo de Educação Permanente – responsável pelo treinamento das equipes – tem investido na capacitação dos colaboradores. O primeiro treinamento aconteceu logo na abertura do hospital, com foco na detecção e solução de fragilidades e melhoria dos processos assistenciais. “Acreditamos que, através dos treinamentos, conseguimos uniformizar as relações interpessoais e beneficiar todas as pessoas que estão sob nossos cuidados”, afirma Polyana Sampaio, enfermeira no Núcleo de Educação Permanente do HM.

Ascom do Metropolitano

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