Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento
Programa de Agentes Comunitários de Saúde
Programa Saúde da Família
Projeto de Redução da Mortalidade na Infância
Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher
Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança
Programa de Saúde do Adolescente
Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional
Programas de Saúde Bucal
Programa de Prevenção e Assistência ao Deficiente
Programa Saúde Mental
Programa do Idoso
Hipertensão Arterial
Diabetes Mellitus
Programa de Atenção à Saúde do Trabalhador
Programa de Prevenção do Abuso de Substâncias Psicoativas
Programa de Controle de Doenças e Agravos à Saúde
Programa de Controle de Fatores de Riscos à Saúde
Programa Estadual de Controle de Infecção Hospitalar

 

 

 

 

 

PHPN – Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento

OBJETIVO

Garantir o acesso e melhorar a cobertura e a qualidade do acompanhamento pré-natal, da assistência ao parto, puerpério e da assistência neonatal.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Captar precocemente a gestante.

Garantir o acesso da gestante aos diferentes níveis de complexidade da assitência.
Estabelecer o vínculo entre o pré-natal e parto.
Garantir a qualidade da assistência ao pré-natal, ao parto e ao recém nascido.

AÇÕES ESSENCIAIS DO PROGRAMA

Primeira consulta do pré-natal até o 4º mês de gravidez.

Realização de, no mínimo, 06(seis) consultas de acompanhamento pré-natal, sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre da gestação.
Realização de 01(uma) consulta no puerpério, até 42 dias após o parto.
Aplicação de vacina anti-tetânica - dose imunizante - segundo esquema recomendado, ou dose de reforço em mulheres já imunizadas;

Realização dos seguintes exames laboratoriais;
- ABO - Rh
- VDRL
- Sumário de Urina
- Glicemia
- HB / HT
- Testagem Anti-HIV

INCENTIVOS FINANCEIROS

Cadastramento da gestante antes do 4º mês de gestação.
Incentivo: R$ 10,00 / gestante.

Conclusão da assistência Pré-Natal com 1 consulta puerperal.
Incentivo: R$ 40,00 / gestante.
Parto realizado em Unidade Hospitalar
Incentivo: R$ 40,00 / gestante.*
 
*pago à Unidade Hospitalar

CONDIÇÕES PARA ADESÃO DO PROGRAMA

Estar habilitado em alguma forma de gestão da NOB/96.

Estabelecer mecanismos de vinculação pré-natal/parto.
Dispor de sistemas de assistência do pré-natal, parto, puerpério e neonatal devidamente organizado.
Atender a critérios básicos para o funcionamento da rede de serviços.

SISTEMA DE INFORMAÇÃO SISPRENATAL

É um software desenvolvido pelo DATASUS, que possibilita o cadastramento e acompanhamento das gestantes do PHPN.

Deve ser utilizado por todos os municípios que fizerem adesão ao PNPN.
Tem interface com o SIA/SUS e o SIH/SUS.
Permite monitorar e avaliar as ações programáticas.
Permite o repasse do incentivo financeiro aos municípios.

MAIORES INFORMAÇÕES:

SESAB / DPS / CRESAR
Centro de Referência em Saúde Reprodutiva.
Telefone: (0 xx 71) 370-4354
Telefax: (0xx71) 371-2377
E-mail: pfamilia@saude.ba.gov.br

 

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PACS – Programa de Agentes Comunitários de Saúde

    O PACS é uma estratégia articulada nos três níveis de Governo (Federal, Estadual e Municipal). No foco dessa estratégia estão as idéias de proporcionar à população o acesso e a universalização do atendimento à saúde, descentralizando as ações.

    Agente Comunitário Este trabalho é desenvolvido pelos Agentes Comunitários de Saúde - ACS, cuja base consiste em ações de promoção e prevenção.

    O ACS reside na própria comunidade em que trabalha; assim, tem acesso fácil às famílias da vizinhança e identifica rapidamente seus problemas. Ele atende aos moradores de cada casa em todas as questões relacionadas com a saúde: orienta, dá sugestões, dá apoio, controla e acompanha a realização dos procedimentos necessários, buscando encontrar alternativas para enfrentar as situações problemáticas juntamente com a comunidade.

    A valorização da família e da comunidade, bem como sua participação ativa na prevenção de doenças e na promoção da saúde, são pontos centrais na atuação do PACS.

    OBJETIVOS

    Geral:

    Melhorar, através dos Agentes Comunitários de Saúde, a capacidade da população de cuidar da sua saúde, transmitindo-lhe informações e conhecimentos e contribuir para a construção e consolidação dos sistemas locais de saúde.

    Específicos:

    Capacitar os ACS para executar trabalhos no primeiro nível de atenção à saúde, garantindo cuidados à população com um grau de resolubilidade compatível com sua função, contribuindo para extensão da atenção à saúde.
    Garantir o trabalho do ACS integrado com a equipe da Unidade de Saúde a que estiver vinculado.
    Fortalecer a ligação entre serviços de saúde e comunidade.
    Ampliar o acesso à informação sobre a saúde.
    Cooperar coma organização comunitária no trato com os problemas de saúde.

    GERENCIAMENTO

    Coordenação Nacional:

    A Coordenação Nacional do Programa está a cargo do Departamento de Operações da Fundação Nacional de Saúde, através da Ger6encia do Programa de Agentes Comunitários de Saúde.

    Coordenação Estadual:

    A Coordenação Estadual do PACS é constituída por técnicos das Secretarias Estaduais de Saúde e da Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde, tendo como coordenador um profissional indicado pelo Secretário de Saúde.

    Coordenação Municipal:

    Em nível municipal, base operacional de todo o processo de trabalho do ACS, o PACS é gerenciado e executado pela Secretaria Municipal de Saúde, através da coordenação municipal que é constituída por profissionais vinculados à rede de serviço público. Na coordenação municipal deve existir o profissional enfermeiro que exerce a função de Instrutor/ Supervisor dos Agentes Comunitários de Saúde.

    Coordenação Estadual do PACS - BAHIA

    Órgão: Centro Administrativo da Bahia
    Endereço: Av. Paralela, SES, Divisão da Rede Básica, 2º andar, sala 56
    Município: Salvador
    Cep: 41750-300
    Tel: (0xx71) 370-4198
    Fax: (0xx71) 371-0627

     

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    PSF – Programa Saúde da Família
    A estratégia utilizada pelo PSF visa a reversão do modelo assistencial vigente. Por isso, sua compreensão só é possível através da mudança do objeto de atenção, forma de atuação e organização geral dos serviços, reorganizando a prática assistencial em novas bases e critérios.

    Programa Saúde da Família Essa perspectiva faz com que as famílias passe a ser objeto precípuo da atenção, entendida a partir do ambiente onde vive. Mais que uma delimitação geográfica, é nesse espaço que se constróem as relações intra e extrafamiliares e onde se desenvolve a luta pela melhoria das condições de vida - permitindo, ainda, uma compreensão ampliada do processo saúde/doença e, portanto, da necessidade de intervenções de maior impacto e significação social.

    O PSF caracteriza-se por uma estratégia que possibilita a integração e promove a organização das atividades em um território definido, com propósito de propiciar o enfrentamento e resolução dos problemas identificados.

    Implantado pela Secretaria da Saúde do Estado com o objetivo de garantir à população um atendimento mais simples e humanitário, o PSF atua hoje em 52 municípios, dispondo de 176 equipes. Cada equipe é responsável pelo atendimento, em média, de 1.000 famílias.

    Parte de uma alternativa de reestruturação da atenção primária à saúde, o PSF propõe a desvinculação da área delimitada pelos serviços de saúde, a partir de um diagnóstico dos problemas de saúde das famílias atendidas, e do desenvolvimento de ações específicas para cada uma dessas famílias. As equipes do programa são formadas por 01 médico, 01 enfermeiro e dois auxiliares de enfermagem, contando ainda com o suporte de agentes do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), responsáveis pelo cadastramento das famílias e pelo levantamento do perfil sócio-econômico e epidemiológico destas famílias.

    O PSF vem sendo implantado gradualmente, e tem como meta maior participar da rotina de vida das famílias dos 416 municípios baianos. Para dar suporte às ações do PSF são utilizados outros programas, além do PACS, a exemplo do SISVAN, do qual faz parte o Projeto Emergencial de Atendimento às Crianças Desnutridas, que visa assegurar o aporte calórico - protéico necessário à recuperação do estado nutricional das crianças, e o Programa de Saúde Integral à Mulher, com acompanhamento na gravidez, parto e pós-parto.

    O PSF também está articulado com o Polo de Capacitação para Formação e Educação Permanente de Pessoal, formado pela SESAB, CONESEMS, e as Universidades Federal da Bahia (UFBa), Estadual de Feira de Santana (UEFS). Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e Estadual de Santa Cruz (UESC).

    OBJETIVOS

    Geral:

    Contribuir para a reorientação do modelo assistencial a partir da atenção básica, em conformidade com os princípios do Sistema Único de Saúde, imprimindo uma nova dinâmica de atuação nas unidades básicas de saúde, co definição de responsabilidades entre os serviços de saúde e a população.

    Específicos:

    Prestar, na unidade de saúde e no domicílio, assistência integral, contínua, com resolubilidade e boa qualidade às necessidades de saúde da população adscrita.
    Intervir sobre os fatores de risco aos quais a população está exposta.
    Eleger a família e o seu espaço social como núcleo básico de abordagem no atendimento à saúde.
    Humanizar as práticas de saúde através do estabelecimento de um vínculo entre os profissionais de saúde e a população.
    Proporcionar o estabelecimento de parcerias através do desenvolvimento de ações intersetoriais.
    Contribuir para a democratização do conhecimento do processo saúde/doença, da organização dos serviços e da produção social da saúde.
    Fazer com que a saúde seja reconhecida como um direito de cidadania e, portanto, expressão da qualidade de vida.
    Estimular a organização da comunidade para o efetivo exercício do controle social.

    COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES

    É recomendável que a equipe de uma unidade de Saúde da Família seja composta no mínimo, por um médico de família ou generalista e um enfermeiro para cada 1.000 famílias e um agente comunitário para cada 150 famílias.

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    PRMI - Projeto de Redução da Mortalidade na Infância

    Objetivos

    Geral:

    1. Melhorar os níveis de saúde infantil nos 415 Municípios do Estado da Bahia nos próximos 05 (cinco) anos, dando prioridade aos 291 Municípios de Risco.

    Específicos:

    1. Reduzir as Taxas de Mortalidade Infantil em pelo menos 15% ao ano no período de 1995 a 1999.
    2. Reduzir em 155 ao ano as taxas de Mortalidade em menores de cinco anos.
    3. Reduzir em 10% ao ano a Taxa de Mortalidade Materna.
    4. Incrementar as ações básicas de Saúde da Criança e da Mulher.
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    PAISM – Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher

    Objetivos

    Foto Gerais:

    1. Diminuir a morbi-mortalidade feminina por causas preveníveis e controláveis.
    2. Melhorar a qualidade assistencial do atendimento à mulher em todas as fases do seu ciclo vital.

    Específicos:

    1. Detecção precoce das patologias sistêmicas do aparelho reprodutivo e DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis), assegurando o tratamento.
    2. Detecção e prevenção do câncer cervico-uterino e de mamas.
    3. Orientação sobre planejamento familiar para a escolha e uso do método contraceptivo adequado.
    4. Assegurar o encaminhamento aos níveis de maior complexidade de atenção, via sistema de referência e contra-referência.
    5. Diminuir a mortalidade perinatal com o cuidado à gestante, de risco.
    6. Orientar a mulher na sua fase climatérica.
    7. Contribuir para a participação da idosa em sua comunidade através de democratização do controle dos serviços de saúde.
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    PAISC – Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança

    Objetivos

    Foto Geral:

    1. Reduzir a morbi-mortalidade nas crianças no Estado da Bahia.

    Específicos:

    1. Promover a assistência ao recém-nascido, o aleitamento materno e a orientação alimentar adequada para a idade.
    2. Promover acompanhamento do desenvolvimento físico e psíquico da criança, como ação eixo da assistência.
    3. Participar do Programa Nacional de Imunização (PNI), através de integração através de integração com a Fundação Nacional da Saúde (FNS).
    4. Incentivar a identificação de crianças de risco para atendimento especial.
    5. Promover o controle e assistência das intercorrências patológicas e a orientação às famílias, sobretudo no que se refere à Doença Diarréica e Infecções Respiratórias (IRA).
    6. Promover atividades de educação para a saúde, com ênfase na participação da família na assistência à criança, na prevenção de acidentes e das doenças mais frequentes.
    7. Desenvolver programa de assistência a saúde das crianças de creches.
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    PROSAD – Programa de Saúde do Adolescente

    Objetivos

    Geral:

    1. Promover a saúde integral do adolescente, favorecendo o processo geral de seu crescimento e desenvolvimento, buscando reduzir a morbi-mortalidade e os desajustes individuais e sociais.

    Específicos:

    1. Capacitar e reciclar todos os profissionais que estiverem envolvidos no atendimento de população na faixa etária dos 10 a 19 anos;
    2. Integrar todos os setores que desenvolvem ações junto ao adolescente;
    3. Criar mecanismos de supervisão, acompanhamento e avaliação do PROSAD
    4. Realizar estudo e produção de instrumentos avaliadores do SUS- SESAB/PROSAD
    5. Planejar e elaborar com os diferentes setores um plano estratégico de ações específicas para adolescentes, voltados à saúde reprodutiva e saúde materno - infantil;
    6. Divulgar as ações propostas pelo PROSAD para os Municípios, Unidades de Saúde, Instituições e Comunidades;
    7. Contemplar do ponto de vista estratégico, ações que priorizem a participação efetiva dos adolescentes, da comunidade e dos profissionais de saúde no processo de planejamento, execução e avaliação das atividades do programa.

     

    HISTÓRICO DO PROSAD NA BAHIA

    De acordo com os princípios da Constituição Brasileira de 1988, “É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e a convivência familiar e comunitária, além de coloca-los a salvo de toda forma de negligência, descriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, assegura ainda que o “Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança e do adolescente, admitida a participação de entidades governamentais...”

    O PROSAD foi criado em 1989, através da Portaria n. 980/GM de 21/12/1989 do Ministério da Saúde. Ele fundamenta-se numa política de Promoção da Saúde, respeitando as diretrizes do SUS, garantidas também pela Constituição Nacional.

    A SESAB a partir de 1990 iniciou o desenvolvimento de atividades estratégicas para a implantação do PROSAD na rede básica de saúde, dentro dos preceitos do SUS. Com base nessa proposta e adequando às características institucionais, desencadeia-se a partir de então, um processo de capacitação, através da Diretoria de Promoção da Saúde/Coordenação de Atenção a Grupos Populacionais e a Coordenação Estadual do PROSAD, que prevê o treinamento de profissionais técnicos das Diretorias Regionais de Saúde e dos municípios sob a sua jurisdição, com o objetivo de sensibilizar e capacitar para a implantação do programa nas Unidades de Saúde da Rede Pública.

    No período de 1990 até o momento, inúmeros treinamentos têm sido realizados contemplando a rede básica de saúde, instituições governamentais, inúmeros municípios e diferentes categorias profissionais, no sentido de viabilizar o atendimento do grupo populacional de adolescentes /jovens nos serviços de saúde nas áreas prioritárias do crescimento e desenvolvimento, sexualidade, saúde reprodutiva, doenças de transmissão sexual, saúde bucal, saúde escolar e prevenção de acidentes (Bases Programáticas - PROSAD, 1989).

    Clique aqui para ver o Cartão do Adolescente volta

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    SISVAN – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional

    "A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento humano, com qualidade de vida e cidadania. No plano individual e em escala coletiva, esses atributos estão consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada há 50 anos, os quais foram posteriormente reafirmados no Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966) e incorporados à legislação nacional em 1992."

    Os riscos nutricionais, de diferentes categorias e magnitudes, permeiam todo o ciclo da vida humana, desde a concepção até a senectude, assumindo diversas configurações epidemiológicas em função do processo saúde/doença de cada população.

    Para o monitoramento da situação alimentar e nutricional, é utilizado o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN - . Este sistema no Estado da Bahia está sendo ampliado e aperfeiçoado, de modo a agilizar os seus procedimentos e a estender sua cobertura a todos os municípios. Após essa reformulação a atuação do SISVAN compreenderá a descrição contínua e a predição de tendências das condições de alimentação e nutrição da população, bem como de seus fatores determinantes.

    No monitoramento da situação alimentar e nutricional, o SISVAN no Estado da Bahia deverá concentrar sua atenção na gestante e no crescimento e desenvolvimento das crianças, servindo de eixo para todo trabalho empreendido na rede de serviços, de forma especial na atenção básica de saúde, inclusive considerando o compromisso de sua universalização.

    Até o segundo semestre de 2000, o SISVAN encontrava-se implantado em 412 municípios, em relação ao acompanhamento nutricional, com dados obtidos através do cartão da criança e cartão da gestante, com uma cobertura de 99,3%. Destes, 347 (84,2%) encaminharam informações antropométricas de Crianças de 0 a 59 meses e 268 (65,0%) de Gestantes.

    Incentivo de Combate às Carências Nutricionais ICCN

    É um Incentivo instituído pelo Ministério da Saúde com abrangência em todo o Território Nacional, cuja prioridade é o fortalecimento e consolidação de ações de combate às carências nutricionais específi-cas, considerando os grupos de maior vulnerabilidade à desnutrição energico-protéica e às deficiências de ferro e vitamina A.

    OBJETIVO

    Atender crianças em risco nutricional na faixa etária entre 6 e 23 meses mediante o fornecimento de leite e óleo de soja. Adicionalmente o Programa prevê o atendimento a gestante, idosos e crianças entre 24 e 59 meses, sempre considerando a situação nutricional.

    RECURSOS

    O valor destinado às atividades de recuperação nutricional de crianças de 06 a 23 meses, chamada parte fixa é estimado em R$ 180,00 (Cento e oitenta reais) por criança/ano. Também está previsto um adicional ao Incentivo a ser aplicado em outras ações nutricionais consideradas epidemiológicamente relevantes para o município. Este adicional corresponde a um máximo de 50% dos custos calculados para as atividades de recuperação nutricional no respectivo município e é conhecido como parte flexível do Incentivo.

    ESTIMATIVA

    Para efeito de valores orçamentários, o Ministério da Saúde estimou, por município, o número de crianças em risco nutricional, segundo modelo estatístico de predição do estado nutricional elaborado pelo NUPENS/USP e levando em conta a evolução regional da prevalência da desnutrição entre 1989 e 1996 e um fator de correção entre o indicador Estatura/Idade e Peso/Idade.

    DURAÇÃO

    A programação é anual e continua, sendo necessário que cada município faça a renovação de seu Plano a cada 12 meses para manter-se qualificado e recebendo os recursos.

    ADESÃO AO INCENTIVO

    Para o município aderir ao Incentivo, é necessário que esteja habilitado em qualquer uma das condições de gestão prevista na NOB/01/96, ou seja, Gestão de Atenção Básica ou Gestão Plena do Sistema Municipal e estar integrado ao SISVAN - Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional . Deverá ainda elaborar anualmente um plano municipal de combate às carências nutricionais com base na Portaria GM/MS nº 709 de 11/06/99, contendo o elenco de ações a serem implantadas.

    Contato: Grupo Técnico de Alimentação e Nutrição (sisvan@saude.ba.gov.br)

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    Programas de Saúde Bucal

    • Procedimentos Coletivos Preventivos/Odontologia – promove a educação sanitária e o bochecho fluorado.
    • Fluoretação das Águas de Abastecimento – procedimento coletivo para a prevenção da cárie.
    • Procedimentos individuais em Odontologia – preventivo e curativo.

    Objetivos

    Geral:

    1. Contribuir para a melhoria da qualidade das ações de saúde bucal prestadas à população, em consonância com os princípios do SUS.

    Específicos:

    1. Promover ações de educação em saúde bucal visando reduzir os níveis atuais de cárie e doença periodontal, através do auto-cuidado, bochechos e aplicação tópica de flúor.
    2. Estimular a expansão do sistema de fluoretação das águas de abastecimento, por se tratar de um método para a redução de índice de cárie, adequado, seguro, econômico e prático.
    3. Garantir à população, atendimento integral no que se refere às ações de baixa complexidade em odontologia, realizando adequação do meio bucal com atividades recuperadoras e cirúrgicas.
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    PROPAD – Programa de Prevenção e Assistência ao Deficiente

    Objetivos

    Gerais:

    1. Reduzir o índice de situações de risco de instalação ou agravante de deficiências e incapacidades, implantando e implementando ações de prevenção, na atenção materno -infantil; e na atenção aos pacientes portadores de patologias potencialmente incapacitantes.
    2. Melhorar a qualidade de vida das pessoas portadoras de deficiências, através do desenvolvimento de ações de assistência á saúde e de reabilitação.

    Específicos:

    1. Desenvolver e apoiar ações de prevenção de deficiências na atenção à saúde, por grupos populacionais (crianças, adolescentes, mulheres, adultos e idosos).
    2. Desenvolver e apoiar ações de assistência ao portador de deficiências (Habilitação/Reabilitação).
    3. Promover ações que propiciem e preservem maior grau de autonomia e independência à PPD.
    4. Promover meios para o conhecimento do Perfil Epidemiológico das Deficiências no Estado da Bahia.
    5. Promover a integrações Governamentais e Não Governamentais.
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    Programa Saúde Mental

    Objetivos

    Promover a saúde mental da população e prevenir as complicações dos transtornos mentais, proporcionando cobertura assistência aos indivíduos que manifestem alteração em seu equilíbrio.

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    Programa do Idoso - Centro de Referência ao Idoso

    Objetivos

    Promover o bem estar físico e psíquico da população do Estado com mais de 60 anos, incentivando sua permanência na comunidade

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    Hipertensão Arterial

    Objetivos

    Reduzir a incidência de complicações da hipertensão arterial e promover a redução do número de internamentos e custos hospitalares, através de unidades de prevenção e controle da doença.

    Clique nos arquivos abaixo para fazer download.

    Campanha Hipertensão - Ministério da Saúde (Power Point - 68 Kb)
    Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus (Power Point - 62 Kb)

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    Diabetes Mellitus

    Objetivos

    Promoção da detecção precoce da doença e assistência integral aos portadores de Diabetes Mellitus ou gestacional, possibilitando um controle metabólico visando menor incidência de complicações, melhorias da qualidade de vida, redução de mortes prematuras e significativa queda de custos hospitalares.

    Clique nos arquivos abaixo para fazer download.

    Ficha de Atendimento (Word - 27 Kb)
    Plano Operativo (Word - 72 Kb)

     

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    Programa de Atenção à Saúde do Trabalhador

    Objetivos

    São ações desenvolvidas no Estado pelo Centro de Referência à Saúde do Trabalhador/CESAT e em alguns municípios pelos núcleos de saúde do trabalhador (NUSAT), tais como:

    • Ambulatório Especializado em doenças do trabalho;
    • Ações de Vigilância a ambientes de trabalho;
    • Ações de Vigilância a população exposta a agrotóxicos;
    • Estudos e projetos na área da saúde do trabalhador.

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    Programa de Prevenção do Abuso de Substâncias Psicoativas

    Objetivos

    Em parceria com o Centro de Terapia Contra o Abuso de Drogas (CETAD) da UFBª, a SESAB criou o PREVDROGAS (Programa estadual de Prevenção e Tratamento do Uso Indevido de Substância Psicoativas), com o intuito de desenvolver ações preventivas, de informação e comunicação, capacitação em RH, estudos sócio-antropológicos sobre as substâncias psicoativas e sua utilização, bem como atendimento psicoterápico e psiquiátrico aos usuários e familiares. O PREVDROGAS é o centro de referência estadual nesta especialidade.

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    Programa de Controle de Doenças e Agravos à Saúde

    Objetivos

    • Ações de prevenção e controle das doenças redutíveis pela vacinação (Difteria, Tétano Neonatal e Acidental, Coqueluche, Hepatite e Pólio) que visam diminuir o impacto na mortalidade infantil. Estas ações pertinentes ao programa de imunização, são desenvolvidas pela rede de serviço de saúde e pelo Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais, coordenadas no Estado pela Divisão de Vigilância Epidemiológica e pelos núcleos de vigilância de saúde das DIRES.
    • Ações preventivas e de controle de agravos e doenças crônicas e epidêmicas (Dengue, Cólera, Raiva Humana, Esquistossomose, Leishmaniose, Chagas, Leptospirose, AIDS, Tuberculose e Tabagismo, Hanseníase).

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    Programa de Controle de Fatores de Riscos à Saúde

    Objetivos

    Monitoramento dos resíduos dos Serviços de Saúde (lixo e esgoto);da qualidade da água (consumo humano e procedimento dialítico);dos alimentos; dos produtos farmacêuticos saneantes e correlatos; dos Serviços de Saúde (Radiologia médica e odontológica, Diálise, Agências Transfusionais, Bancos de Leite ), como objetivo de reduzir a exposição da população a fatores de risco à saúde. Estas ações são coordenadas no Estado pela Divisão de Vigilância Sanitária (DIVISA) e pelos núcleos de vigilância da saúde das DIRES.

 

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