Malária – informações e orientações

O que é Malária?

Doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos pelo mosquito do gênero Anopheles. No Brasil existem três espécies de Plasmodium que estão associados à malária em seres humanos: P. vivax, P. falciparum e P. malariae. Entre os vetores do gênero Anopheles três espécies são responsáveis pela transmissão da doença no Brasil: darlingi, aquasalis, albitarsis, popularmente conhecidos por “carapanã”, “muriçoca”, “sovela”, “mosquitoprego” e “bicuda”.

 

Quando suspeitar de Malária?

1–Área endêmica (região geográfica em que uma doença existe de forma constante) – toda pessoa que apresente febre seja residente ou tenha se deslocado para área onde haja transmissão de malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas; ou toda pessoa testada para malária durante investigação epidemiológica.

 

2–Área não endêmica – toda pessoa que seja residente ou tenha se deslocado para área onde haja transmissão de malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas, e que apresente febre acompanhada ou não dos seguintes sintomas: cefaleia, calafrio, sudorese, cansaço, mialgia; ou toda pessoa testada para malária durante investigação epidemiológica.

 

Como se transmite?

Através da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium.

 

O que fazer em caso de suspeita de Malária?

1– Procurar atendimento em serviço de saúde do município para diagnóstico;

2– Informar o município sobre existência de outros casos suspeitos, contatos domiciliares, profissionais.

 

Que fazer para prevenir?

1– Evitar se expor à ação do vetor no crepúsculo e à noite, usar repelente, mosquiteiro de malha fina e telas nas portas e janelas.

 

Boletins Epidemiológicos

Clique aqui para ter acesso aos boletins epidemiológicos sobre a doença na Bahia.

 

Ações realizadas pela Secretaria da Saúde

Tendo em vista o surgimento de casos da doença na Bahia em janeiro de 2018, a Secretaria da Saúde do Estado fez uma intervenção imediata para evitar a proliferação da doença. Técnicos da vigilância à saúde estão no local, fazendo busca ativa de casos, trabalho de educação em saúde com a população. Está sendo feita também a borrifação nas casas da localidade e pesquisa entomológica.

 

Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica / Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde do Estado da Bahia