O Coral da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS) completa um ano de existência reafirmando seu papel como um instrumento de expressão e integração entre os trabalhadores da instituição. Criado em 2024, o grupo se apresentou pela primeira vez durante a 3ª edição do Prêmio Diásporas Negras, da FESF-SUS.
Composto atualmente por 12 trabalhadores, três deles integrantes da equipe técnica, o coral conta com o apoio de um orientador musical, uma orientadora vocal e a coordenação da maestrina Nazaré Rocha, que conduz os ensaios e apresentações, como uma iniciativa que une arte e bem-estar no ambiente de trabalho.
“O coral nasceu de um ideal simples, mas muito potente: cuidar das pessoas por meio da música. É um espaço de respiro, de expressão e de troca. Cantar, ouvir, compartilhar, tudo isso também é uma forma de promover saúde”, explica Nazaré Rocha, coordenadora e maestrina do grupo.
Desde a estreia, o coral já realizou mais de 30 apresentações, levando emoção e mensagens de acolhimento a diferentes públicos. As performances aconteceram em unidades geridas pela FESF-SUS, como as Policlínicas de Escada e Narandiba, em eventos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e no 11º Congresso do COSEMS Bahia, com participações que chegaram a reunir plateias de mais de 800 pessoas.
“A evolução dos trabalhadores é visível. Pessoas tímidas, que achavam que não sabiam cantar, hoje enfrentam grandes plateias com confiança e brilho nos olhos. Um aprende com o outro, e juntos crescem a cada apresentação. É bonito ver o quanto esse processo transforma não só quem canta, mas também quem ouve”, conta Nazaré.
Entre as apresentações mais marcantes, a maestrina destaca a estreia no Prêmio Diásporas Negras em 2024, o Julho das Pretas de 2025, que incluiu arranjos especiais e performance teatral, e um momento recente, durante evento da Sesab com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
O coral tem se tornado uma ferramenta de acolhimento emocional, impactando não apenas seus integrantes, mas também o público que o acompanha. “Sempre há alguém que, naquele dia, precisava ouvir o amor cantado. Uma canção de fé, de carinho, de companheirismo. É por isso que o coral existe, para transformar o cotidiano em experiência de afeto e pertencimento”, completa Nazaré.
Ascom da FESF-SUS
23/05/2026 20:58
22/05/2026 16:27