Os cuidados com a saúde são a chave para um corpo saudável: pele, cabelos, unhas … Não adianta o uso de cremes – mesmo os mais caros – sem a correta hidratação com o consumo frequente de água, sem uma alimentação saudável. Esses aspectos foram destacados ontem pela enfermeira do SIAST/Cedeba Kathleen Silvany, facilitadora da Roda de Conversa sobre Autoestima (Saúde e Beleza), evento que integrou a programação do Dia das Mães no Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba).
Iniciativa conjunta da Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas ( CODEP) e do SIAST do Cedeba, a Roda de Conversa faz parte de um projeto maior:” Relação Social e Autoestima”, que abordará no próximo encontro “Como a Autoestima Afeta a Vida Financeira”. No encontro, a facilitadora pediu aos participantes para escreverem sobre as experiências que viveram desde a infância e que mais afetaram a autoestima.
Kathlenn analisou que “ao longo da vida, tanto na família, escola ou na vizinhança, as pessoas ouvem coisas que podem mexer com a autoestima. São os apelidos jocosos para quem está acima do peso, os muito magros, o tipo de cabelo”. É preciso ter consciência e resgatar a auto-estima.
A facilitadora analisou que não existe auto-estima elevada o tempo todo. E quando a pessoa sentir que a auto – estima está caindo por causa de um problema, é preciso enfrentar. Chorar, se for preciso.
Os participantes também discutiram, a partir da análise fotografias, o conceito de beleza, quando concluíram que ser magro (padrão exigido pela sociedade) necessariamente não significa ser bonito. O mesmo vale para quem tem seios fartos e quadris grandes.
A beleza – enfatizou a facilitadora- passa pela saúde, mas a beleza não deve ser um valor exacerbada. É preciso não dar atenção a pequenas imperfeições que, muitas vezes, nem são percebidas por outras pessoas”. Um comportamento desejado é acreditar “que cada pessoa é única, exatamente do jeito que é”.