As paredes do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), cujas cores fortes correspondem aos diferentes ambulatórios e à sinalização, para facilitar a identificação para os usuários, estão mais vivas com a exposição de fotografias que conta a história dos 30 anos do importante Centro de Referência. Na manhã desta quarta-feira (27), as fotografias despertaram a atenção dos usuários. Ao contrário de materiais descartáveis usados em aniversário, a exposição, aberta na terça (26), tem caráter permanente, como explica a diretora e fundadora do Cedeba, Reine Chaves.
São 25 fotos, selecionadas pelo olhar sensível da nutricionista Lorenna Fracalossi, que resumem a caminhada do Cedeba, suas sedes (a primeira, uma pequena sala no anexo do Hospital Geral Roberto Santos), depois o Cedebinha, no Rio Vermelho, até o endereço atual, no Centro de Atenção à Saúde, já pequeno para as ações do Centro de Referência.
A exposição, como explica Reine, traz imagens que permanecem vivas em nossos corações. Celebrações e realizações importantes, imagens de servidores que participaram da construção do Cedeba, mas já falecidos, colaboradores que vivem a tranquilidade da aposentadoria, e também momentos mais atuais com a presença de servidores que continuam participando da caminhada do Cedeba.
Aprovação
No setor verde, onde são atendidas crianças e adolescentes (Setor Infanto-Juvenil – SIJU), a enfermeira Dayana Munford, de Salvador, acompanhando o filho Antonio Carlos Sento Sé Junior, de 11 anos, achou muito interessante a exposição de fotografias “que observa a cronologia e muito bonita”. O filho dela estava prestes a fazer quatro anos quando teve o diagnóstico de diabetes Mellitus tipo 1. Inicialmente, ele foi atendido em clínicas por meio de convênio, mas logo ela mudou para o Cedeba: “que eu não troco por nada”, diz. “O trabalho de educação é muito importante. Meu filho sabe aplicar insulina e tem consciência sobre os cuidados com a alimentação para ter vida com qualidade”, afirma Dayana.
Na recepção do setor azul (farmácia básica), Jaqueline Vieira da Silva, 39, esteve pela primeira vez no Cedeba para fazer o cadastramento do pai Nivaldo Costa Vieira, 64, que após sofrer em AVC, terá que usar nova medicação para o controle da dislipidemia (gordura no sangue). Ela disse ter achado o ambiente muito alegre e organizado, um trabalho humanizado. Na opinião dela, a exposição de fotografias despertou a atenção, porque “conta a história e valoriza os servidores”.
Ascom/Cedeba
21/03/2026 06:00
20/03/2026 17:23