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Cedeba: reforço extra de informação com a Caravana da Monitorização Glicêmica

14/05/2024 14:46

A monitorização glicêmica, muito importante no tratamento do diabetes (indispensável para os usuários de insulina) e uma estratégia do autocuidado, terá reforço extra de informação nesta quinta-feira (16), das 8h30 às 11 horas, no corredor do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba). É a Caravana da Monitorização Glicêmica, realização da Coordenação de Educação em Diabetes e Apoio à Rede (Codar) do Cedeba, com o apoio da Coordenação Multidisciplinar (Comult) e Coordenação de Enfermagem (Coenf).

De acordo com a líder de educação do Cedeba, enfermeira Anna Claudia Perrotta, “a monitorização glicêmica é a principal forma de acompanhar o tratamento do diabetes por permitir entender o funcionamento do organismo em relação a certos alimentos, a prática de atividades físicas e a administração das medicações. O teste glicêmico domiciliar proporciona otimização do tratamento e, além disso, o paciente é o agente ativo no processo do seu tratamento”.

A caravana

As caravanas fazem parte da rotina no trabalho de educação em diabetes do Cedeba. Em datas especiais como as festas juninas, Natal e Carnaval, as caravanas temáticas ganham foco especial. Desta vez, a Caravana sobre Monitorização será conduzida pelas enfermeiras Edvone Trindade Santos e Louise Lorane Carvalho dos Santos. Segundo explicou a Ana Perrotta, cabe ao enfermeiro orientar sobre o procedimento da monitorização glicêmica domiciliar, cobrar a realização e avaliar resultados para reajuste, conforme protocolo médico.

Para o usuário adquirir o aparelho que avalia a glicemia (glicosímetro) pela primeira vez, é necessário que esteja em uso de insulina, conforme protocolo Sesab e Lei 11347, de 2006. Necessita de um relatório médico informando a necessidade de um glicosímetro, um lancetador, tiras para reajustes para glicemia capilar, lancetas e seringas descartáveis para insulina. Posteriormente, após três meses, novo relatório médico para continuar adquirindo fitas, lancetas e seringas descartáveis.

A Monitorização Glicêmica domiciliar – explica Ana Perrotta – revela possíveis oscilações da glicemia, percebe os fatores que podem causar hipoglicemia e hiperglicemia, verifica a necessidade de mudança no tratamento do diabetes e ajuda a conhecer e saber agir na presença de outras doenças que o paciente venha a ter.

Na monitorização, é importante estabelecer metas junto com a equipe que assiste o paciente. Importante também saber verificar glicemia corretamente, combinar horários com a equipe para monitorar glicemia, saber agir no caso de hipoglicemia, e em especial no caso de desmaio, e conhecer o monitor e como conservá-lo, assim como as etapas do procedimento da Monitorização que já fazem parte das orientações do enfermeiro em sua consulta de enfermagem.

Ascom do Cedeba

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