Com o objetivo de fortalecer práticas essenciais de cuidado materno-infantil nos territórios, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), por meio da Superintendência de Recursos Humanos da Saúde (SUPERH) e da Escola de Saúde Pública da Bahia Professor Jorge Novis (ESPBA), realizou a aula inaugural do Curso de Qualificação em Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Humano. A iniciativa é fruto de parceria com o projeto de governo Saúde Mais Perto e com as Voluntárias Sociais da Bahia (VSBA).
O curso registrou 254 inscritos, entre agentes comunitários de saúde e agentes indígenas de saúde, demonstrando a ampla adesão à proposta formativa. A ação visa qualificar profissionais que atuam diretamente com famílias e comunidades, contribuindo para a promoção do aleitamento como prática de saúde e cultura.
A mesa de abertura contou com a presença da diretora da Escola de Saúde Pública da Bahia (ESPBA), Marília Fontoura; Mariana Paixão, que representou Marcus Prates, diretor da Diretoria de Atenção Básica (DAB); Iza Macedo, representante da Diretoria de Gestão do Cuidado (DGC); Cláudia Cristiane Moura, coordenadora de Planejamento e Regionalização da ESPBA; Jemima Lopes, coordenadora de Formação Pós-Graduada da ESPBA; Iane Carine Freitas, representante do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI-BA); além das coordenadoras do curso, Clícia Cardoso e Rita de Cássia Loureiro. A coordenadora Cleide Praxedes, afastada por motivo de saúde, foi saudada durante a cerimônia.
Após a abertura, os participantes assistiram a aula pública “Promovendo o suporte à amamentação e fortalecendo a comunicação com famílias e comunidades nos primeiros 1000 dias de vida”, com a nutricionista Valderez Aragão. Membro da Rede IBFAN e consultora do UNICEF, Valderez compartilhou sua trajetória e experiências nacionais e internacionais voltadas ao fortalecimento do aleitamento materno.
Em seguida, a médica Tati Andrade abordou os desafios enfrentados pelas mulheres modernas no processo de amamentação, destacando os impactos sociais e emocionais vivenciados durante os primeiros 1000 dias de vida da criança.
A atividade, certificada pela ESPBA – instituição credenciada pelo Conselho Estadual de Educação –, representa um investimento em estratégias de educação permanente para a atenção básica no estado.
Fonte: ESPBA/SUPERH
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