O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, promoveu nesta terça-feira (25) uma ação de conscientização em alusão ao Dia Nacional do Doador de Sangue. A atividade aconteceu na recepção da unidade e teve como objetivo agradecer aos doadores voluntários e sensibilizar servidores, acompanhantes e visitantes sobre a importância de manter os estoques de sangue em níveis seguros, especialmente diante da alta demanda por cirurgias e atendimentos de urgência.
Durante a mobilização, a equipe da Agência Transfusional do HGCA distribuiu material informativo, prestou orientações sobre os critérios para doação e esclareceu dúvidas sobre os benefícios legais oferecidos aos doadores regulares. A ação também destacou as diferentes formas de participação da comunidade no banco de doadores, reforçando a necessidade de doações contínuas ao longo do ano, e não apenas em campanhas pontuais.
Responsável pela Agência Transfusional do HGCA, Idiane Daltro explicou que a ação teve caráter educativo e de valorização dos doadores. “Pensamos nessa iniciativa como forma de agradecer a quem já contribui com a saúde pública, ao mesmo tempo em que buscamos sensibilizar novas pessoas. Este ano, reforçamos os direitos e benefícios que muitos desconhecem e que podem servir como incentivo para tornar a doação um hábito”, afirmou.
O trabalho de captação de doadores é feito diariamente no hospital. Além das campanhas em áreas de grande circulação, como recepções e ambulatórios, a equipe da Agência Transfusional atua orientando pacientes com cirurgia marcada e seus acompanhantes sobre a importância da reposição. “Nosso foco é ampliar o entendimento da população sobre a doação, seja por reposição ou de forma voluntária”, completou Idiane.
Técnica de enfermagem da Agência Transfusional, Alessandra Freitas compartilhou sua motivação para doar: “Comecei quando trabalhei com pacientes hemato-oncológicos e vi a necessidade constante de transfusões. Doar é um gesto de solidariedade com quem precisa e com o SUS. É uma atitude simples que salva vidas”, relatou. Segundo ela, além de contribuir com o próximo, o doador passa por uma triagem que pode identificar precocemente possíveis problemas de saúde.
Ascom do Clériston Andrade
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