Notícias /

Ministério da Saúde promoveu fortalecimento das ações de vigilância e controle das leishmanioses no estado da Bahia

24/03/2026 15:21

Ao longo da semana, o Ministério da Saúde promoveu, na Bahia, uma série de reuniões técnicas voltadas ao fortalecimento da vigilância e do controle das leishmanioses no estado. Os encontros reuniram representantes de diferentes áreas estratégicas da saúde pública, com foco na integração de ações e na melhoria da resposta à doença.

Participaram das discussões equipes do nível central, da Coordenação de Doenças de Transmissão Vetorial e do Grupo Técnico de Leishmanioses, além de profissionais da Atenção Primária à Saúde, Assistência Farmacêutica, Laboratório Central (LACEN), Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI/BA) e da Assistência Especializada. No último dia, o encontro foi ampliado, com a participação das referências técnicas das Regionais de Saúde.

As atividades tiveram como principal objetivo fortalecer, de forma integrada, as estratégias do Programa de Controle das Leishmanioses. Entre as prioridades discutidas estiveram a ampliação do diagnóstico precoce, a garantia de tratamento adequado aos pacientes e a adoção de medidas oportunas no enfrentamento da doença.

A iniciativa reforça a importância da articulação entre diferentes níveis de atenção e setores da saúde, buscando uma resposta mais coordenada diante dos desafios impostos pelas leishmanioses. A expectativa é que as ações resultantes das reuniões contribuam para reduzir a incidência da doença e melhorar a qualidade do atendimento à população baiana.

As leishmanioses são doenças infecciosas causadas por protozoários do gênero Leishmania, transmitidas pela picada de insetos conhecidos como flebotomíneos, popularmente chamados de mosquito-palha. Podem se manifestar de diferentes formas, sendo as mais comuns a leishmaniose tegumentar, que afeta pele e mucosas, e a leishmaniose visceral, forma mais grave que pode atingir órgãos internos e levar a óbito se não tratada. A prevenção envolve medidas como o controle do vetor, manejo ambiental adequado, uso de repelentes e proteção de áreas domiciliares, além do diagnóstico precoce e tratamento oportuno, fundamentais para reduzir a transmissão e a gravidade dos casos.

 

 

Notícias relacionadas