A Secretaria da Saúde do Estado, por meio da Diretoria da Gestão do Cuidado, através das Áreas Técnicas da Saúde de Adolescentes e Jovens e Saúde do Homem, irá promover no dia 29, das 14h30 às 17 horas, a Web Palestra intitulada: Refletindo e (des)construindo masculinidades nas adolescências: Por onde começar e para onde ir?
Ação será realizada de forma virtual, na plataforma Teams. O acesso será através do link: l1nq.com/LFd1v que vai direcionar, prioritariamente, os gestores e profissionais de saúde dos 417 municípios da Bahia, sobretudo da atenção primária. Além desses atores, podem participar outros componentes da rede intersetorial que dialogam com a temática ou que atuam com tal segmento etário, como o setor da Educação, Assistência Social, Sociedade Civil Organizada, Conselhos Municipais Direitos da Criança e do Adolescente e Conselhos Tutelares e outros.
O objetivo do evento em alusão ao Novembro Azul é proporcionar um espaço de reflexão, discussão e troca de experiências sobre o tema, na perspectiva de construir estratégias de promoção, estruturação e fortalecimento de ações no território.
A ação tem a proposta de ampliar o escopo de reflexão e debate, saindo do âmbito da doença, como câncer, e agregar uma perspectiva de saúde integral. Neste contexto, a questão da masculinidade tóxica tem se tornado um grande desafio na nossa sociedade, envolvendo aspectos complexos que geram repercussões graves sobretudo no âmbito das violências, onde os homens historicamente têm se constituindo nos principais perpetradores. Sabe-se que tal problemática envolve questões culturais, de gênero, de comportamento social, dentre outros. Dessa forma, dada a sua característica multifacetada, exige uma intervenção contínua, precoce e de longo prazo, sustentada por ações de promoção e prevenção que envolvam diversos atores da rede intrassetorial e intersetorial de modo a alcançar as famílias, a escola, os grupos, os espaços de cultura e lazer, as religiões etc.
Assim sendo, o setor saúde tem grande responsabilidade neste âmbito, podendo desempenhar papel relevante para que os profissionais e gestores, compreendendo de forma mais ampliada e crítica, a questão das masculinidades, suas especificidades, realidade e desafios, possam qualificar a sua prática cotidiana e fortalecer as estratégias de cuidado em rede a fim de iniciarmos o mais precocemente possível o investimento na formação de meninos com comportamentos e atitudes mais saudáveis, sobretudo nas relações que estabelecem com o gênero feminino.
Fonte: DGC
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