Salvador sedia até a próxima quinta-feira (24) o 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. O evento reúne cerca de 6 mil pessoas de todo o Brasil, dentre professores, pesquisadores, gestores, estudantes, profissionais de saúde de todas as categorias que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS), representantes de diversas instituições da sociedade civil e movimentos sociais. A abertura do congresso foi realizada na noite deste domingo.
Durante o congresso, que tem como tema “Saúde é Democracia: Diversidade, Equidade e Justiça Social”, serão discutidos problemas atuais e as prioridades para a Saúde, que possam ser incluídas na agenda dos próximos governos, a partir de janeiro de 2023. Promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e organizado pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) o Congresso conta com o apoio do Governo do Estado, através das Secretarias Estaduais (Saúde, Ciência, Tecnologia e Inovação, Secretaria de Políticas para as Mulheres, Secretaria de Trabalho, Renda, Emprego e Esporte, Secretaria de Turismo), dentre outras instituições.
Durante a abertura do evento, a secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro, destacou que a Bahia é um estado que investe na saúde e tem ultrapassado todos os anos a obrigatoriedade legal de destinar 12% das receitas. “É dessa forma que trilhamos caminhos firmes de fortalecimento da saúde como direito na Bahia”, afirma a Secretária. Adélia Pinheiro pontuou ainda a importância da saúde coletiva. “Tenho certeza que o campo da Saúde Coletiva, que historicamente se colocou na construção desse país, também será importante parceiro nos próximos quatro anos”
Durante os quatro dias de debates serão abordados assuntos como as desigualdades sociais e de saúde, iniquidades, perda de direitos, desmonte do sistema público de saúde ocorrido nos últimos anos, e os desafios impostos pela pandemia de Covid-19, ainda em curso.
A presidente do presidente do 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Isabela Pinto, pontua que ” A expectativa dos congressistas é de que, neste momento, se fortaleçam as práticas democráticas que valorizam a diversidade étnica, cultural e política da sociedade brasileira, e que se ampliem os espaços de participação dos diversos segmentos e movimentos sociais nas decisões acerca das políticas de saúde, de forma a se avançar no atendimento das necessidades e demandas, tendo em vista a promoção da equidade e a justiça social”.
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