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Relato de Experiência com Reiki no Cedeba foi apresentado no VI CONGREPICS

30/11/2023 11:33

As práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PICS) continuam avançando. Um terço dos pacientes oncológicos usam a abordagem integrativa e complementar mundialmente. Na Europa, são mais de 100 milhões de usuários, 20% usando regularmente. Nos Estados Unidos, 22,2% dos adultos e 11,6% das crianças usaram alguma modalidade em 2012. Na China,90% dos hospitais possuem departamento de saúde integrativa e, na Índia, há um ministério específico para as PICS. A Suíça foi o primeiro país da Europa a integrar as abordagens em seu sistema de saúde, após referendum em 2009.

Esses números foram apresentados durante o IV Congresso Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (IV CONGREPICS) em Florianópolis (SC) e mostram, segundo a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, Alessandra Mariani, que participou do evento, a importância do Ambulatório de PICS do Centro de Referência, onde os usuários contam com homeopatia, Reiki, Auriculoterapia, reflexologia podal, yoga (grupo) e meditação (grupo).

Alessandra Mariani, que integra o ambulatório de PICS do Cedeba, apresentou no IV Congrepcis o Relato de Experiência com 12 usuários do CEDEBA (pessoas com diabetes, câncer de tireóide e diabetes) com o uso de Reiki, associado com Aromoterapia. Na quarta sessão, todos os participantes relataram melhora no sono e no nível de ansiedade. Em relação à perda de peso e redução do nível de glicemia, houve oscilação.

A diretora e fundadora do Cedeba, Reine Chaves, destaca que o Centro de Referência trabalha com a interação entre os vários profissionais de  saúde  – multidisciplinaridade. “No ambulatório de PICS, cujo olhar integral vê os aspectos físico, emocional, espiritual, social e cultural, não é diferente”, pontuou.

O INÍCIO

O uso de práticas alternativas e complementares começou no mundo na década de 70, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou o Programa de Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura. No Brasil, o PICS começou a ser concebido com a criação do SUS, na década de 80, mas a política só foi aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde em 2006. Dados de 2016 mostram que até aquele ano, 1,7 mil municípios brasileiros já ofereciam PICS, sendo 75% da oferta na atenção básica, 18% na atenção especializada e 4% na atenção hospitalar, com um total de 2 milhões de atendimentos A Política Nacional das PICS (PNPICS) foi criada no âmbito do SUS, Portaria MS/GM nº 971, de 03 de maio de 2006. Na Bahia, a Política Estadual (PEPICS/BA) foi criada pela Resolução CIB-BA nº 113, de 19 de junho de 2019. O Ambulatório de PICS do Cedeba, funciona há oito anos.

As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) fazem parte da realidade de usuários do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) há quase oito anos, quando o ambulatório com serviços que complementam o tratamento convencional começou a funcionar, de forma integrada. Quem conhece, adora, como já ficou registrado em avaliação e, também, pela assiduidade ao ambulatório.

“Temos um corpo físico, mas também temos que trabalhar o emocional e o espiritual. A energia é considerada a base de toda a vida é um fator fundamental para a cura. Os serviços oferecidos pelo ambulatório de PICS complementam o tratamento convencional, de forma integrada”, explica a endocrinologista e homeopata Flávia Resedá.

Ascom do Cedeba

 

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