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Creasi realiza a IV Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho

07/08/2025 14:21

O Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi) encerrou, na semana passada, mais uma edição da Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho (SIPAT). O evento trouxe uma programação diversa, com palestras, exposições, rodas de conversa, dinâmicas, atividades lúdicas, sessão de autocuidado, ginástica laboral e contou com performance artística de Breaking.

A Sipat foi organizada pela Comissão Local de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CLST/Creasi) e, em sua quarta edição, levantou discussões voltadas para a saúde física e mental no ambiente de trabalho. O evento se dedicou a instruir os colaboradores sobre um clima organizacional saudável, sensibilizando e promovendo a conscientização sobre a importância da segurança no dia-a-dia.

Ressaltando que nenhum trabalho é tão importante que não possa esperar para ser feito com segurança, a diretora do Creasi, Helena Pataro deu início às atividades, na abertura, elogiando a CLST e salientando o principal objetivo que é promover o bem estar geral de todos os trabalhadores, visando contribuir para a qualidade de vida da equipe.

Entre as ações desenvolvidas, foram fornecidas orientações in loco sobre prevenção de acidentes com material perfurocortante; palestra sobre a Norma Regulamentadora NR-1 e fatores que influenciam a saúde mental e a qualidade de vida. Além de dinâmicas em grupo; atividade sobre coleta seletiva; exposição de equipamentos de proteção individual e coletiva; roda de conversa sobre a construção de relações interpessoais no trabalho; sessão temática sobre ergonomia cognitiva organizacional; ginástica laboral e o show de encerramento da IV Sipat.

Com performance solo, criada e interpretada pela artista de dança de rua B. Girl Thina Reis, intitulada “Breaking com uma pegada na segurança”, a obra propôs uma reflexão crítica e performativa sobre o ambiente de trabalho, utilizando o corpo urbano como linguagem de prevenção e resistência. O diferencial foi a incorporação dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, máscaras descartáveis, botijão de água como elementos coreográficos e cênicos.

Ao utilizar esses objetos em movimento, a artista construiu um corpo consciente que dança e, ao mesmo tempo, comunica: proteção, equilíbrio autocuidado e sobrevivência cotidiana nos espaços de trabalho. A performance dialogou com a proposta da Sipat de chamar a atenção para a saúde e segurança na unidade. Além da convocação para olhar com sensibilidade a potência da dança urbana como ferramenta de formação, saúde e transformação social.

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