Os programas de Residência em Saúde da Família foram debatidos no seminário que ocorreu nesta sexta-feira (23), na Fiocruz, em Salvador, com a participação de gestores, coordenadores, estudantes e preceptores.
Construído a partir da parceria da Fundação Estatal da Saúde da Família (Fesf – SUS) com a Fiocruz, o programa apresenta dois cursos, um voltado para médicos e outro multiprofissional, que contempla odontologia, enfermagem, fisioterapia, nutrição e educação física.
De acordo com o presidente da Fesf, Carlos Alberto Trindade, os cursos são estruturados no sentido de formar pessoas que buscam uma qualificação diferenciada. Ele acrescentou que implantar a saúde da família passa pela capacitação dos profissionais com o objetivo de modificar o quadro da saúde pública no país.
A representante do Ministério da Educação (MEC), Érica Almeida, destacou que o MEC tem se empenhado no sentido de “universalizar o acesso às residências, bem como aumentar o número de vagas nos cursos de graduação em medicina”, explicou Érica.
O subsecretário da Saúde do Estado, Roberto Badaró, falou da importância da residência, mas ressaltou a necessidade do estado trabalhar com plano de cargos e salários com o objetivo de fixar os profissionais nos municípios e torná-los multiplicadores para fortalecer os serviços de saúde da atenção básica.
Para Badaró, se deve unir “poder com saber’, para que, “com a excelência dos programas que temos, mudar a realidade da saúde do estado”. Ele também explicou que a Bahia possui 3.250 equipes de saúde da família e o próximo passo será qualificar esses profissionais para levar assistência de qualidade à população
S.C
DRT 3135
Fesf/residência
13/03/2026 13:09
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