Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o Hospital Geral de Camaçari realizou, nesta quarta-feira (10), uma atividade voltada à conscientização ambiental, ao bem-estar dos trabalhadores e à valorização da arte como instrumento de transformação social.
A programação foi conduzida pela artista visual e técnica de enfermagem da unidade, Lívia Passos, e transformou a recepção principal do hospital em um espaço de convivência, reflexão e expressão artística.
A iniciativa teve como foco estimular o debate sobre sustentabilidade no ambiente hospitalar, incentivando a reflexão sobre consumo consciente, descarte adequado de resíduos e responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente.
Durante a ação, os participantes puderam conhecer obras produzidas a partir do reaproveitamento de tecidos e resíduos têxteis, demonstrando como materiais que seriam descartados podem ganhar novos significados por meio da criatividade e da arte. A exposição reforçou conceitos como reutilização, consciência ambiental e cuidado com o planeta.
A programação também contou com a oficina “Entre Nós”, que convidou colaboradores a confeccionarem seus próprios fuxicos, técnica artesanal tradicional da cultura popular brasileira, e a customizar com eles ecobags também confeccionadas com material reaproveitado. Além da atividade prática, o momento promoveu diálogos sobre memória afetiva, ancestralidade, cuidado coletivo e sustentabilidade.
Ao final da oficina, os participantes compartilharam experiências e reflexões despertadas durante o processo criativo, fortalecendo vínculos e ampliando o sentimento de pertencimento entre os trabalhadores.
A ação integrou diferentes áreas de atuação do hospital, reunindo princípios de humanização, saúde do trabalhador, educação ambiental, arte e cultura. Mais do que celebrar uma data simbólica, a atividade reforçou a importância de incorporar práticas sustentáveis ao cotidiano e de promover ambientes mais acolhedores e conscientes.
Para Lívia Passos, iniciativas como essa demonstram que o cuidado pode ultrapassar os limites da assistência direta. “Quando transformamos materiais que seriam descartados em arte, mostramos que pequenas atitudes podem gerar grandes reflexões sobre responsabilidade ambiental, memória e cuidado coletivo”, destacou.
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