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Prevenção de Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia

Prevenção de Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Prevenção de Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia             (Clique Aqui)

Fluxo de Acesso aos Medicamentos para Prevenção de Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia (Clique Aqui)

Fluxograma para a Profilaxia de TEV em gestantes com Trombofilia detalhado ( Clique Aqui )

Condições clínicas e CIDs atendidas no PCDT

A) Para Tromboembolia Hereditária de baixo risco (CID-10: D68.8);

B) Para Tromboembolia Hereditária de alto risco (CID-10: D68.8);

C) Para Síndrome Antifosfolipídeo – SAF (CID-10: D68.8);

D) Para os casos de história pessoal de Tromboembolismo Venoso – TEV (CID-10: I82.0, I82.1, I82.2, I82.3, I82.8, O22.3, O22.5).

Atenção: Para consultar as atualizações dos medicamentos e CID-10 desta patologia, acessar o SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA TABELA UNIFICADA DE PROCEDIMENTOS 

Medicamentos
  • ENOXAPARINA SÓDICA – SOLUÇÃO INJETÁVEL DE 40MG/0,4ML - Grupo 1A
  • ENOXAPARINA SÓDICA 60 MG/0,6 ML SOLUÇÃO INJETÁVEL - Grupo 1A
Documentos necessários

  • Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do paciente;
  • Cópia de documento de identidade e CPF do paciente;
  • Cópia do comprovante de residência; (em nome do paciente ou responsável legal pelo paciente), caso o comprovante esteja em nome de Terceiros (Clique aqui)
  • Laudo para Solicitação de Medicamentos do Componente Especializado (LME), adequadamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico e assinado pelo paciente (renovar SEMESTRALMENTE);
  • Prescrição médica devidamente preenchida, assinada e carimbada pelo médico. (As prescrições médicas devem obedecer as normas sanitárias vigentes para cada tipo de medicamento solicitado.(LEI Nº 13.732, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2018;PORTARIA 344, de 1998;RESOLUÇÃO – RDC Nº 20, DE 5 DE MAIO DE 2011 e outros);
  • Termo de Esclarecimento e Responsabilidade -TER; assinado e carimbado pelo médico e assinado pelo paciente. (Clique Aqui)
  • Relatório do Ginecologista ou Médico Assistente com CID-10, data prevista para o parto e informações de tratamento,( se profilático ou terapêutico).
  • Formulário de Acesso aos Medicamentos para Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia, (clique aqui), devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico Assistente.

Exames para abertura de processo

  • Exames obrigatórios para todos os casos:
  • Exames de comprovação do estado gestacional: dosagem de B-hCG urinário ou dosagem de B-hGC sérico; (validade 3 meses) ou
  • Ultrassonografia Transvaginal ou Pélvica; (laudo) (validade 3 meses)
  • Hemograma; (validade 3 meses)
  • Contagem de plaquetas; (validade 3 meses)
  • Creatinina sérica; (validade 3 meses)
  • Taxa de filtração glomerular (TFG). (validade 3 meses)
  • Exames específicos para cada caso: Anexar pelo menos um exame que comprove a doença.
  • Para Tromboembolia Hereditária de baixo risco (CID D68.8):
  • Fator V de Leiden; (pode ser antigo)
  • Mutação G20210A no gene da protrombina; (pode ser antigo)
  • Dosagem de proteína C funcional e dosagem de proteína S livre ou dosagem de proteína S funcional; (pode ser antigo)
  • Dosagem de anticorpo antifosfolipídeo.(pode ser antigo)
  • Para Tromboembolia Hereditária de alto risco (CID-10: D68.8):
  • Fator V de Leiden; (pode ser antigo)
  • Mutação G20210A no gene da protrombina; (pode ser antigo)
  • Antitrombina III. (pode ser antigo)
  • Para Síndrome Antifosfolipídeo – SAF (CID-10: D68.8):
  • Presença de pelo menos um critério clínico associado a pelo menos um critério laboratorial.
  • Anexar laudo laboratorial: anticoagulante lúpico, anticardiolipina IgG e IgM ou Antibeta-2-glicoproteína I IgG e IgM) (pode ser antigo)
  • Anticoagulante lúpico detectado de acordo com as recomendações da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia (ISTH), (pode ser antigo)
  • Para os casos de história pessoal de Tromboembolismo Venoso – TEV (CID-10: I82.0, I82.1, I82.2, I82.3, I82.8, O22.3, O22.5):
  • Ultrassonografia doppler colorido de vasos ou tomografia computadorizada ou ressonância magnética, nos casos de história pessoal de tromboembolismo venoso (TEV). (Validade indeterminada)

Exames de monitoramento

  • Hemograma. Periodicidade: Trimestralmente.
  • Contagem de plaquetas. Periodicidade: Sempre que houver suspeita de trombose durante a terapia.
  • Creatinina sérica. Periodicidade: a critério médico

Unidades de Referência

Capital e Região Metropolitana

  • CIMEB -Centro de Infusões e Medicamentos Especializados da Bahia
  • Parque Solar Boa vista -  End: Av. Laurindo Régis, s/nº - Engenho Velho de Brotas, Salvador - BA, CEP 40250-240
  • Tel: da Farmácia: 3116-4935/31171645
  • Horário: 8h às 18h
  • E-mail:cimeb@saude.ba.gov.br

INTERIOR

  • Bases Regionais de Saúde e Núcleos Regionais de Saúde (antigas DIRES).

Fluxo de acesso para Salvador

Fluxo de acesso para Núcleos Regionais de Saúde (NRS) e/ou Bases Regionais de Saúde (BRS) - Antigas Dires

Observações

  • As gestantes com risco aumentado para trombofilia devem ser encaminhadas para atenção especializada para o devido tratamento do quadro, a fim de que morbidades sejam minimizadas e mortalidade materna, fetal e peri-natal seja evitada. As gestantes, que tiveram o diagnóstico de trombofilia previamente à gestação e que já utilizavam ou não medicamento, também devem ser acompanhadas em serviço especializado;
  • Gestantes em uso de anticoagulante, prescrito antes da vigência deste Protocolo, deverão ser reavaliadas quanto aos critérios de sua inclusão nele estabelecidos;
  • A gestante que for encaminhada deve manter o acompanhamento concomitante com a equipe da Atenção Primária para garantir um cuidado adequado e integral. A troca de informações entre a Atenção Primária e serviços especializados por meio de instrumentos de “referência e contra referência” é essencial para definir a qualidade do cuidado ofertado;
  • Gestantes sob uso de anticoagulante durante o pré-natal devem ter o parto assistido em unidade hospitalar. Considerando que o parto cesáreo tem risco de TEV quatro vezes maior que o parto vaginal, recomenda-se que a via de parto deverá seguir os critérios obstétricos.
  • De acordo com o PCDT/ PORTARIA CONJUNTA Nº 23, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2021 . Para todas as gestantes, no ato da primeira dispensação deve ser apresentado e anexado ao processo o laudo de pelo menos um dos exames de comprovação do estado gestacional (atualizado) dosagem de B-hCG urinário, ou dosagem de BhGC sérico ou ultrassonografia transvaginal ou pélvica.
  • Data de Atualização: 29/10/2025